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	<title>CardioPapers.com.br</title>
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	<link>http://cardiopapers.com.br</link>
	<description>Blog de cardiologia contendo atualizações diárias, discussões de artigos, dicas à beira leito e muito mais.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 19 May 2012 20:15:29 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Caso Clínico Infecção Sistêmica e Manchas na Pele</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/05/caso-clinico-infeccao-sistemica-e-manchas-na-pele/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 20:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos clínicos]]></category>

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		<description><![CDATA[PACIENTE MASCULINO, 77 ANOS, EM P&#211;S-OPERAT&#211;RIO TARDIO DE DERIVA&#199;&#195;O BILIODIGESTIVA, EM INTERNA&#199;&#195;O PROLONGADA E COM INFEC&#199;&#213;ES RECORRENTES TRATADAS, APRESENTOU NOVA DESCOMPENSA&#199;&#195;O CL&#205;NICA NO 30&#176; DIA DE P&#211;S-OPERAT&#211;RIO. EVOLUIU COM QUADRO DE CHOQUE S&#201;PTICO NECESSITANDO DE NORADRENALINA E INSUFICI&#202;NCIA RESPIRAT&#211;RIA COM CONGEST&#195;O PULMONAR, TRATADA COM VENTILA&#199;&#195;O N&#195;O INVASIVA. AO EXAME, ENCONTRAVA-SE TORPOROSO, TAQUIC&#193;RDICO E COM AGITA&#199;&#195;O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/cardiopapers.jpg" style="width: 165px; height: 212px;" /></p>
<p style="text-align: justify;">PACIENTE MASCULINO, 77 ANOS, EM P&Oacute;S-OPERAT&Oacute;RIO TARDIO DE DERIVA&Ccedil;&Atilde;O BILIODIGESTIVA, EM INTERNA&Ccedil;&Atilde;O PROLONGADA E COM INFEC&Ccedil;&Otilde;ES RECORRENTES TRATADAS, APRESENTOU NOVA DESCOMPENSA&Ccedil;&Atilde;O CL&Iacute;NICA NO 30&deg; DIA DE P&Oacute;S-OPERAT&Oacute;RIO. EVOLUIU COM QUADRO DE CHOQUE S&Eacute;PTICO NECESSITANDO DE NORADRENALINA E INSUFICI&Ecirc;NCIA RESPIRAT&Oacute;RIA COM CONGEST&Atilde;O PULMONAR, TRATADA COM VENTILA&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O INVASIVA. AO EXAME, ENCONTRAVA-SE TORPOROSO, TAQUIC&Aacute;RDICO E COM AGITA&Ccedil;&Atilde;O PSICOMOTORA. AUSCULTA CARD&Iacute;ACA EVIDENCIA SOPRO DIAST&Oacute;LICO EM FOCO A&Oacute;RTICO +++/4. AS EXTREMIDADES DOS P&Eacute;S E DAS M&Atilde;OS APRESENTAM PEQUENAS MANCHAS AVERMELHADAS.</p>
<p style="text-align: justify;">REALIZOU RADIOGRAFIA DE T&Oacute;RAX QUE EVIDENCIA CONGEST&Atilde;O PULMONAR. NA HEMOCULTURA, HOUVE CRESCIMENTO DE S. aureus. ECOCARDIOGRAMA TRANSTOR&Aacute;CICO EVIDENCIOU FUN&Ccedil;&Atilde;O SIST&Oacute;LICA PRESERVADA, INSUFICI&Ecirc;NCIA MITRAL DISCRETA E INSUFICI&Ecirc;NCIA A&Oacute;RTICA IMPORTANTE.</p>
<ol>
<li>QUAL A HIP&Oacute;TESE DIAGN&Oacute;STICA?</li>
<li>QUAL SINAL CL&Iacute;NICO REFERE-SE &Agrave;S MANHAS NAS EXTREMIDADES?</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/file/foto_caso_Clinico1.JPG" style="width: 320px; height: 239px;" /></p>
<ol>
<li>NO VIDEO A SEGUIR, QUAL O DIAGN&Oacute;STICO?</li>
</ol>
<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=M7BeWDAZn0U">www.youtube.com/watch?v=M7BeWDAZn0U</a></p>
</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p><u><strong>AUTOR:</strong></u> Dr Jos&eacute; Ant&ocirc;nio Lima Neto ( Cardiologista e Ecocardiografista)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ENDOCARDITE INFECCIOSA</p>
<p>&Eacute; uma infec&ccedil;&atilde;o da superf&iacute;cie endotelial do cora&ccedil;&atilde;o. As valvas s&atilde;o as estruturas card&iacute;acas mais atingidas, por&eacute;m pode acometer o endoc&aacute;rdio, cordoalhas, defeitos septais e at&eacute; dispositivos como cabo de marcapasso. S&atilde;o causadas principalmente por estafilococos, estreptococos, enterococos, bacilos Gram-negativos e, menos comumente, por fungos, micobact&eacute;rias ou clam&iacute;dias.</p>
<p>Acomete mais homens (1,7:1) e 55-75% apresentam fatores predisponentes: doen&ccedil;a reum&aacute;tica, prolapso de valva mitral, doen&ccedil;a card&iacute;aca degenerativa, hipertrofia septal assim&eacute;trica, uso de drogas injet&aacute;veis, m&aacute; higiene dent&aacute;ria, hemodi&aacute;lise, diabetes e imunossuprimidos como portadores do v&iacute;rus HIV. Verificou-se nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas um aumento dos casos nosocomiais, principalmente com uso de cateteres intravenosos, em procedimentos genitourin&aacute;rios e gastrointestinais e quando h&aacute; infec&ccedil;&atilde;o de ferida perioperat&oacute;ria.</p>
<p>Outro grupo de risco s&atilde;o os portadores de pr&oacute;teses card&iacute;acas, principalmente met&aacute;licas. Todavia, os riscos entre biopr&oacute;teses e v&aacute;lvulas met&aacute;licas se igualam ap&oacute;s 5 anos.</p>
<p>Os doentes com suspeita de endocardite devem ser divididos em:</p>
<p>- Alta suspeita de endocardite: novo sopro regurgitante, evento emb&oacute;licos de origem desconhecida, sepse de foco indeterminado, hemat&uacute;ria, glomerulonefrite e febre na presen&ccedil;a&nbsp; de: pr&oacute;tese intracard&iacute;aca, cardiopatias com alto risco para endocardite, endocardite pr&eacute;via, arritmias ou insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca de in&iacute;cio recente, hemoculturas positivas, abscessos perif&eacute;ricos, interven&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica ou cir&uacute;rgica que cause bacteremia, infiltrados pulmonares multifocais e manifesta&ccedil;&otilde;es oculares e cut&acirc;neas.</p>
<p>- Baixa suspeita cl&iacute;nica: febre na aus&ecirc;ncia dos achados anteriores.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os sinais cl&iacute;nicos podem ser organizados nos crit&eacute;rios de Duke, sendo o diagn&oacute;stico de endocardite prov&aacute;vel quando existe a presen&ccedil;a de dois crit&eacute;rios maiores ou um maior e tr&ecirc;s menores ou cinco menores.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Al&eacute;m de exames gerais que podem evidenciar leucocitose (20-30%), anemia (70-90%), hemat&uacute;ria (30-50%), consumo do complemento (5-40%), eleva&ccedil;&atilde;o de VHS e PCR (90%), &eacute; mandat&oacute;rio a coleta de, no m&iacute;nimo, tr&ecirc;s pares de hemoculturas e exame ecocardiogr&aacute;fico transtor&aacute;cico (ETT).</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O ecocardiograma transesof&aacute;gico (ETE) deve ser solicitado quando o ETT n&atilde;o consegue uma janela adequada; quando existe alta suspeita cl&iacute;nica e o ETT &eacute; normal; e diretamente em pacientes com alta suspeita em portadores de valva prot&eacute;tica. Nesse &uacute;ltimo caso, quando negativo, deve repetir o ETE em 1 semana.</p>
<p>Os achados ecocardiogr&aacute;ficos que sugerem o diagn&oacute;stico s&atilde;o: vegeta&ccedil;&otilde;es, abscessos ou f&iacute;stulas perivalvares e nova deisc&ecirc;ncia de valva prot&eacute;tica.&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Recomendações para o uso de peptídeos natriuréticos na doença cardíaca aguda – parte 2</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/05/recomendacoes-para-o-uso-de-peptideos-natriureticos-na-doenca-cardiaca-aguda-%e2%80%93-parte-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 13:58:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Figuinha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Insuficiência Cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[Procedimentos e Métodos Diagnósticos]]></category>
		<category><![CDATA[blog cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Figuinha]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência cardíaca]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; V&#225;rios estudos validaram o uso dos pept&#237;deos natriur&#233;ticos (NP) na emerg&#234;ncia para auxiliar na diferencia&#231;&#227;o diagn&#243;stica dos pacientes com dispn&#233;ia aguda. O BNP e o NT-proBNP s&#227;o compar&#225;veis nessas situa&#231;&#245;es, e possuem sensibilidade pr&#243;xima a 90% com especificidade em torno de 70%. Os valores sugeridos para interpreta&#231;&#227;o dos NP em pacientes com dispn&#233;ia aguda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>V&aacute;rios estudos validaram o uso dos pept&iacute;deos natriur&eacute;ticos (NP) na emerg&ecirc;ncia para auxiliar na diferencia&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica dos pacientes com dispn&eacute;ia aguda. O BNP e o NT-proBNP s&atilde;o compar&aacute;veis nessas situa&ccedil;&otilde;es, e possuem sensibilidade pr&oacute;xima a 90% com especificidade em torno de 70%.</p>
<p>Os valores sugeridos para interpreta&ccedil;&atilde;o dos NP em pacientes com dispn&eacute;ia aguda (sem insufici&ecirc;ncia renal grave) s&atilde;o:</p>
<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/np.bmp" style="width: 569px; height: 472px; " /></p>
<p>Lembrar que al&eacute;m das situa&ccedil;&otilde;es que elevam os NP descritas no t&oacute;pico anterior, a obesidade tamb&eacute;m pode influenciar nos seus valores. Nesses pacientes, os NP tendem a ser menores do que na popula&ccedil;&atilde;o geral.</p>
<p>Al&eacute;m disso, existem alguns casos que cursam com instabilidade hemodin&acirc;mica e/ou congest&atilde;o pulmonar aguda, mas se apresentam com valores normais de NP. Isso pode acontecer, por exemplo, nas primeiras horas de um paciente com edema pulmonar por insufici&ecirc;ncia mitral aguda, ou em pacientes com fra&ccedil;&atilde;o de eje&ccedil;&atilde;o preservada ou com pericardite constritiva sem doen&ccedil;a card&iacute;aca intr&iacute;nsica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Refer&ecirc;ncia</p>
<ol>
<li>Thygesen K, Mair J, Mueller C, Huber K, Weber M, et al. Recomendations for the uso of natriuretic peptides in acute cardiac care. Eur Heart J. 2011.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
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		<title>Desafio básico de eco</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/05/desafio-basico-de-eco/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 00:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desafios]]></category>
		<category><![CDATA[Ecocardiograma]]></category>
		<category><![CDATA[blog cardiologia]]></category>
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		<category><![CDATA[desafio eco]]></category>
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		<category><![CDATA[ecocardiografia]]></category>
		<category><![CDATA[IAM]]></category>
		<category><![CDATA[Infarto]]></category>

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		<description><![CDATA[httpv://www.youtube.com/watch?v=UT7HMhRlEoo&#38;list=UUlNIx-dih_PN9C_noVw4zWA&#38;index=2&#38;feature=plcp Desafio b&#225;sico de ecocardiografia. Pcte com IAM com supra de ST. Pergunta-se: 1- Qual a prov&#225;vel art&#233;ria acometida? 2- Em que por&#231;&#227;o a art&#233;ria est&#225; acometida (ter&#231;o proximal, m&#233;dio ou distal)?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><a href="http://www.youtube.com/watch?v=UT7HMhRlEoo&amp;list=UUlNIx-dih_PN9C_noVw4zWA&amp;index=2&amp;feature=plcp"><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/eco4.png" style="width: 600px; " /></a></p>
<p style="text-align: center; "><a href="http://www.youtube.com/watch?v=UT7HMhRlEoo&amp;list=UUlNIx-dih_PN9C_noVw4zWA&amp;index=2&amp;feature=plcp">httpv://www.youtube.com/watch?v=UT7HMhRlEoo&amp;list=UUlNIx-dih_PN9C_noVw4zWA&amp;index=2&amp;feature=plcp</a></p>
<p style="text-align: justify; ">Desafio b&aacute;sico de ecocardiografia. Pcte com IAM com supra de ST. Pergunta-se:</p>
<p style="text-align: justify; ">1- Qual a prov&aacute;vel art&eacute;ria acometida?</p>
<p style="text-align: justify; ">2- Em que por&ccedil;&atilde;o a art&eacute;ria est&aacute; acometida (ter&ccedil;o proximal, m&eacute;dio ou distal)?</p>
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		<item>
		<title>Recomendações para o uso de peptídeos natriuréticos na doença cardíaca aguda – parte 1</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/05/recomendacoes-para-o-uso-de-peptideos-natriureticos-na-doenca-cardiaca-aguda-%e2%80%93-parte-1/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 13:42:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Figuinha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Insuficiência Cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[Revisão Clínica]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi lan&#231;ado recentemente um artigo com recomenda&#231;&#245;es para o uso de pept&#237;deos natriur&#233;ticos (B-type natriuretic peptide &#8211; BNP; e N-terminal proBtype natriuretic peptide &#8211; NT-proBNP) em doen&#231;as card&#237;acas agudas. Os pept&#237;deos natriur&#233;ticos (NP) promovem natriurese e diurese, vasodilata&#231;&#227;o, e antagonizam os efeitos do sistema renina-angiotensina aldosterona e do sistema simp&#225;tico. No SNC, agem como neurotransmissores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">Foi lan&ccedil;ado recentemente um artigo com recomenda&ccedil;&otilde;es para o uso de pept&iacute;deos natriur&eacute;ticos (B-type natriuretic peptide &ndash; BNP; e N-terminal proBtype natriuretic peptide &ndash; NT-proBNP) em doen&ccedil;as card&iacute;acas agudas.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; ">Os pept&iacute;deos natriur&eacute;ticos (NP) promovem natriurese e diurese, vasodilata&ccedil;&atilde;o, e antagonizam os efeitos do sistema renina-angiotensina aldosterona e do sistema simp&aacute;tico. No SNC, agem como neurotransmissores e diminuem o t&ocirc;nus simp&aacute;tico, reduzem a secre&ccedil;&atilde;o da vasopressina e corticotrofina e inibem o apetite por sal e por &aacute;gua.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; ">A insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca &eacute; caracterizada por um sistema pept&iacute;deo natriur&eacute;tico disfuncional. Uma forma relativamente inativa do NP (proB-type NP) &eacute; a forma circulante mais comum.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; ">Em resposta &agrave; doen&ccedil;as card&iacute;acas que levam a sobrecarga de volume ou press&atilde;o, ocorre um aumento desses NP.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm"><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/bnp1.JPG" style="width: 580px; height: 251px" /></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">&nbsp;</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">Devemos lembrar que os NP n&atilde;o s&atilde;o espec&iacute;ficos de IC ou de doen&ccedil;a card&iacute;aca.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">Nos t&oacute;picos seguintes discutiremos os valores de corte e o papel de medidas seriadas na pr&aacute;tica cl&iacute;nica.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">&nbsp;</p>
<p class="western" lang="en-US" style="margin-bottom: 0cm">Refer&ecirc;ncia</p>
<ol>
<li>
<p class="western" lang="en" style="margin-bottom: 0cm"><font size="2" style="font-size: 11pt">Thygesen K, Mair J, Mueller C, Huber K, Weber M, et al. Recomendations for the uso of natriuretic peptides in acute cardiac care. Eur Heart J. 2011.</font></p>
</li>
</ol>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Trabalhos clássicos: Cure</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/05/trabalhos-classicos-cure/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 03:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coronariopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhos clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[blog cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologia incor]]></category>
		<category><![CDATA[Cardiologia recife]]></category>
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		<category><![CDATA[coronariopatia]]></category>
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		<category><![CDATA[Eduardo Lapa]]></category>
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		<category><![CDATA[trial cure]]></category>

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		<description><![CDATA[Trabalho cl&#225;ssico que consolidou o uso do clopidogrel nas s&#237;ndromes coronarianas agudas sem supra de ST.&#160; Basicamente foram randomizados pctes com SCA sem supra de ST que apresentavam ou altera&#231;&#227;o no ecg ou marcadores de necrose mioc&#225;rdica alterados na admiss&#227;o hospitalar.&#160; Foram exclu&#237;dos pctes que usavam anticoagulantes orais, que haviam usado inibidores da glicoprote&#237;na 2b3a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/cure.png" style="width: 900px; height: 128px; " /></p>
<p style="text-align: justify; ">Trabalho cl&aacute;ssico que consolidou o uso do clopidogrel nas s&iacute;ndromes coronarianas agudas sem supra de ST.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">Basicamente foram randomizados pctes com SCA sem supra de ST que apresentavam ou altera&ccedil;&atilde;o no ecg ou marcadores de necrose mioc&aacute;rdica alterados na admiss&atilde;o hospitalar.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">Foram exclu&iacute;dos pctes que usavam anticoagulantes orais, que haviam usado inibidores da glicoprote&iacute;na 2b3a nos &uacute;ltimos 3 dias, pctes que possu&iacute;am contraindica&ccedil;&atilde;o a tratamento antiplaquet&aacute;rio ou antitromb&oacute;tico, pctes que haviam sido revascularizados nos &uacute;ltimos 3 meses ou que possu&iacute;am alto risco da sangramento.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">Os pctes eram randomizados para usar clopidogrel (ataque de 300 mg e manuten&ccedil;&atilde;o de 75 mg) ou placebo por 3 a 12 meses (tempo m&eacute;dio &#8211; 9 meses). Os pctes usavam AAS de forma associada.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">Foram avaliados 12.562 pctes.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">End point prim&aacute;rio &#8211; desfecho combinado de morte por causas cardiovasculares, IAM e AVC. Ocorreu em 9,3% no grupo do clopidogrel x 11,4% no grupo placebo.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">Houve diminui&ccedil;&atilde;o de IAM de 6,7% para 5,2% com o clopidogrel. J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; mortalidade n&atilde;o houve diferen&ccedil;a. Ap&oacute;s apenas 24h de randomiza&ccedil;&atilde;o as curvas de tratamento j&aacute; come&ccedil;aram a se separar revelando que o benef&iacute;cio do uso do clopidogrel foi bastante precoce.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">Sangramento de maior relev&acirc;ncia foi masi comum no grupo do clopidogrel (3,7% x 2,7%). Contudo, ao se avaliar apenas o grupo de sangramentos com potencial risco de vida (queda de mais de 5 pontos de Hb, necessidade de transfus&atilde;o de 4 ou mais bolsas de sangue, necessidade de interven&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica, AVCH, etc) n&atilde;o houve diferen&ccedil;a significante entre os 2 grupos.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">Em rela&ccedil;&atilde;o a sangramento ap&oacute;s cirurgia de revasculariza&ccedil;&atilde;o mioc&aacute;rdica, o grupo que parou o clopidogrel pelo menos 5 dias antes do procedimento n&atilde;o teve aumento de fen&ocirc;menos hemorr&aacute;gicos em rela&ccedil;&atilde;o ao placebo. J&aacute; no grupo de pctes que parou a medica&ccedil;&atilde;o antes de 5 dias da cirurgia, houve aumento de sangramento (9,6% x 6,3%).&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">43,7% dos pctes do estudo foram submetidos a cate. 21,2% foram angioplastados. 16,5% dos pctes foram submetidos a CABG. Ou seja, a maioria dos pctes foi mantida em tratamento cl&iacute;nico apenas.</p>
<p style="text-align: justify; ">Resumindo de forma sucinta &#8211; para cada 1.000 pctes similares ao do estudo tratados com clopidogrel &#8211; previne-se cerca de 15 infartos ao longo de 1 ano. Em contrapartida, h&aacute; necessidade de se transfundir 6 pctes a mais.</p>
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		<title>Trabalhos clássicos: PLATO</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 19:42:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Contexto: desde o surgimento do clopidogrel todos os guidelines t&#234;m adotado a conduta de usar terapia antiplaquet&#225;ria dupla nos pctes com SCA. Contudo, o clopidogrel possui desvantagens conhecidas: necessidade de ser transformado em seu componente ativo no f&#237;gado, atividade plaquet&#225;ria vari&#225;vel de pcte para pcte, longo tempo de meia-vida o que exige que seja suspenso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/plato.png" /></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Contexto:</strong> desde o surgimento do clopidogrel todos os guidelines t&ecirc;m adotado a conduta de usar terapia antiplaquet&aacute;ria dupla nos pctes com SCA. Contudo, o clopidogrel possui desvantagens conhecidas: necessidade de ser transformado em seu componente ativo no f&iacute;gado, atividade plaquet&aacute;ria vari&aacute;vel de pcte para pcte, longo tempo de meia-vida o que exige que seja suspenso 5 ou mais dias antes de procedimentos cir&uacute;rgicos, risco aumentado de sangramento, etc. Por estes motivos come&ccedil;ou a se buscar uma medica&ccedil;&atilde;o que tivesse meia-vida mais curta, n&atilde;o precisasse de metaboliza&ccedil;&atilde;o para gerar o componente ativo, que provocasse uma inibi&ccedil;&atilde;o plaquet&aacute;ria mais intensa e homog&ecirc;nea, idealmente sem aumentar o risco da sangramento. Uma das op&ccedil;&otilde;es geradas foi o ticagrelor.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Desenho do estudo</strong>: trial multic&ecirc;ntrico, randomizado, duplo-cego.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Popula&ccedil;&atilde;o estudada</strong>: foram inclu&iacute;dos pctes com SCA com supra de ST assim como pctes com SCA sem supra de ST iniciada a menos de 24h. Os pctes com SCA sem supra de ST precisavam ter pelo menos 1 dos 3 crit&eacute;rios:</p>
<p style="text-align: justify; ">1- infra de ST</p>
<p style="text-align: justify; ">2- troponina alterada</p>
<p style="text-align: justify; ">3- algum dos seguintes fatores: &gt;60a, CABG pr&eacute;via, estenose &gt;50% de pelo menos 2 art&eacute;rias diagnosticada previamente, IAM pr&eacute;vio, AVC pr&eacute;vio, DM, doen&ccedil;a vascular perif&eacute;rica, estenose carot&iacute;dea &gt;50%, ClCr&lt;60 mL/min.</p>
<p style="text-align: justify; ">Ou seja, seriam pctes que de uma forma geral teriam indica&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gia invasiva precoce pelos <a href="http://cardiopapers.com.br/2011/09/novo-guideline-europeu-de-sindrome-coronariana-sem-supra-de-st-parte-7/">guidelines mais atuais</a>.</p>
<p style="text-align: justify; ">Foram randomizados 18.624 pctes.</p>
<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/plato2.png" /></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Interven&ccedil;&atilde;o</strong>: os pctes eram randomizados para receber ticagrelor (ataque de 180 mg seguido por 90 mg 12/12h por 1 ano) ou clopidogrel (ataque de 300 mg seguido por manuten&ccedil;&atilde;o de 75 mg/d por 1 ano). Caso o pcte fosse ser submetido &agrave; angioplastia podia ser realizada uma dose adicional de 300 mg de clopidogrel ou de 90 mg de ticagrelor na sala de hemodin&acirc;mica. Caso fosse indicado cirurgia de revasculariza&ccedil;&atilde;o mioc&aacute;rdica era orientado que o clopidogrel fosse suspenso pelo menos 5 dias antes. J&aacute; o ticagrelor era suspenso 24-72h antes do procedimento.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">Todos os pctes recebiam AAS de forma associada.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>End points</strong>:</p>
<p style="text-align: justify; ">Prim&aacute;rio: desfecho composto de morte por causas cardiovasculares, IAM ou AVC</p>
<p style="text-align: justify; ">Secund&aacute;rios: v&aacute;rias an&aacute;lises foram feitas &#8211; risco de trombose de stent, taxa de sangramentos, etc</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Resultados</strong>:</p>
<p style="text-align: justify; ">O end point prim&aacute;rio ocorreu em 9,8% dos pctes usando ticagrelor e em 11,7% dos pctes tomando clopidogrel ao final dos 12 meses de seguimento.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">Em rela&ccedil;&atilde;o aos end points secund&aacute;rios &#8211; houve diminui&ccedil;&atilde;o de mortalidade total (de 5,9% para 4,5%); diminui&ccedil;&atilde;o de iam (de 6,9% para 5,8%); diminui&ccedil;&atilde;o de trombose de stent (de 1,9% para 1,3%). A taxa de AVC n&atilde;o diferiu entre os 2 grupos.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">N&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa em rela&ccedil;&atilde;o a sangramento nos 2 grupos.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">Havia uma preocupa&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao poss&iacute;vel efeito do ticagrelor em aumentar os epis&oacute;dios de pausas ventriculares. isto havia sido observado em outros estudos. Para monitorizar isto foi realizado holter de mais de 2.000 pctes tanto na primeira semana de tratamento quanto ap&oacute;s 30 dias. O que se observou basicamente foi um pequeno aumento de pausas ventriculares &gt;3s na primeira semana de tratamento (5,8% x 3,6%). Contudo, n&atilde;o houve diferen&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o a necessidade de implante de marcapasso, s&iacute;ncope, BAV ou bradicardia.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Pontos interessantes</strong>:</p>
<p style="text-align: justify; ">Os pctes estudados basicamente usaram HNF ou HBPM. Apenas cerca de 2,5% dos pctes usaram fondaparinux e cerca de 2% usaram bivalirudina. Ou seja, caso se opte pelo uso do ticagrelor o mais racional seria usar um dos 2 tipos de heparina.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">O tempo m&eacute;dio de in&iacute;cio da medica&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s a interna&ccedil;&atilde;o hospitalar era de 5h &#8211; ou seja, a medica&ccedil;&atilde;o era iniciada de forma upstream (ainda no pronto-socorro).&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">92% dos pctes randomizados para o trabalho eram brancos.</p>
<p style="text-align: justify; ">Cerca de 85% dos pctes randomizados possu&iacute;am troponina positiva j&aacute; na admiss&atilde;o hospitalar. Ou seja, tratava-se de uma popula&ccedil;&atilde;o de alto risco de eventos isqu&ecirc;micos de uma forma geral. Isto &eacute; importante pois s&oacute; podemos extrapolar o conhecimento obtido em um grande trial para uma popula&ccedil;&atilde;o similar &agrave; avaliada no estudo.</p>
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		<title>Pcte com síndrome coronariana aguda e anemia &#8211; quando transfundir?</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 01:43:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coronariopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Guidelines]]></category>
		<category><![CDATA[transfusão]]></category>
		<category><![CDATA[transfusão cardiopata]]></category>
		<category><![CDATA[transfusão coronariopata]]></category>

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		<description><![CDATA[&#201; bastante comum vermos pctes com s&#237;ndrome coronariana aguda e anemia. Tamb&#233;m &#233; comum vermos em UTIs e enfermarias os m&#233;dicos dizendo que pctes com doen&#231;a arterial coron&#225;ria devem ficar com os n&#237;ves de Hb &#62; 10. Mas qual a evid&#234;ncia desta observa&#231;&#227;o? O que os guidelines mais atuais recomendam? J&#225; vimos em outro t&#243;pico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/angina.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; ">&Eacute; bastante comum vermos pctes com s&iacute;ndrome coronariana aguda e anemia. Tamb&eacute;m &eacute; comum vermos em UTIs e enfermarias os m&eacute;dicos dizendo que pctes com doen&ccedil;a arterial coron&aacute;ria devem ficar com os n&iacute;ves de Hb &gt; 10. Mas qual a evid&ecirc;ncia desta observa&ccedil;&atilde;o? O que os guidelines mais atuais recomendam?</p>
<p style="text-align: justify; ">J&aacute; vimos em <a href="http://cardiopapers.com.br/2011/10/novo-guideline-europeu-de-sindrome-coronariana-sem-supra-de-st-parte-10/">outro t&oacute;pico</a> que o guideline europeu de SCA sem supra de ST orienta uma estrat&eacute;gia restritiva para hemotransfus&atilde;o nestes pctes:</p>
<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/tabela4.png" /></p>
<p style="text-align: justify; ">A principal evid&ecirc;ncia para esta recomenda&ccedil;&atilde;o veio do seguinte trabalho:&nbsp;Alexander KP, Chen AY, Wang TY, Rao SV, Newby LK, LaPointe NM,&nbsp;Ohman EM, Roe MT, Boden WE, Harrington RA, Peterson ED. Transfusion&nbsp;practice and outcomes in non-ST-segment elevation acute coronary syndromes.&nbsp;Am Heart J 2008;155:1047&ndash;1053.</p>
<p style="text-align: justify; ">Neste estudo foram avaliados mais de 40.000 pctes do registro americano CRUSADE. Dividiu-se os pctes em grupos de acordo com o hemat&oacute;crito &#8211; &lt; ou = 24%, 24,1% a 27%; 27,1% a 30% e &gt;30%. Ap&oacute;s v&aacute;rias corre&ccedil;&otilde;es de outros fatores chegou-se a conclus&atilde;o de que transfus&atilde;o de concentrado de hem&aacute;cias com o Ht &lt; ou = a 24% apresentava uma ten^dencia a diminuir a mortalidade. No grupo de Ht entre 24% e 27% &#8211; n&atilde;o possu&iacute;a efeito sobre a mortalidade. E com Ht&gt;27% &#8211; havia uma tend&ecirc;ncia da transfus&atilde;o aumentar a mortalidade. Obviamente n&atilde;o &eacute; a melhor evid&ecirc;ncia poss&iacute;vel uma vez que n&atilde;o &eacute; um ensaio cl&iacute;nico randomizado. Contudo, &eacute; a melhor evid&ecirc;ncia que temos no momento. Al&eacute;m disso, &eacute; um dado que concorda com outros estudos que avaliaram transfus&atilde;o em pctes cardiopatas. O principal exemplo seria o estudo TRACS desenvolvido no Incor e que mostrou que em pctes em p&oacute;s-operat&oacute;rio de cirurgia card&iacute;aca com CEC uma estrat&eacute;gia de transfundir apenas se o Ht fosse &lt;24% foi t&atilde;o eficiente quanto transfundir se o Ht ca&iacute;sse abaixo de 30%.</p>
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		<title>Curso básico de eco &#8211; dP/dT: o que é? Para que serve? Como interpretar?</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 02:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecocardiograma]]></category>
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		<category><![CDATA[cardiologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Eduardo Lapa]]></category>

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		<description><![CDATA[J&#225; vimos em outro t&#243;pico m&#233;todos para estimar a fra&#231;&#227;o de eje&#231;&#227;o do ventr&#237;culo esquerdo. Nesta ocasi&#227;o mencionamos que nem sempre a fra&#231;&#227;o de eje&#231;&#227;o reflete adequadamente a for&#231;a contr&#225;til do VE. Um bom exemplo disto &#233; o pcte com insufici&#234;ncia mitral cr&#244;nica. Exemplificando: Quando dizemos que o ventr&#237;culo esquerdo de um pcte normal ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">J&aacute; vimos em <a href="http://cardiopapers.com.br/2011/07/curso-basico-de-eco-como-estimar-a-fracao-de-ejecao-do-ventriculo-esquerdo/">outro t&oacute;pico</a> m&eacute;todos para estimar a fra&ccedil;&atilde;o de eje&ccedil;&atilde;o do ventr&iacute;culo esquerdo. Nesta ocasi&atilde;o mencionamos que nem sempre a fra&ccedil;&atilde;o de eje&ccedil;&atilde;o reflete adequadamente a for&ccedil;a contr&aacute;til do VE. Um bom exemplo disto &eacute; o pcte com insufici&ecirc;ncia mitral cr&ocirc;nica. Exemplificando:</p>
<p style="text-align: justify; ">Quando dizemos que o ventr&iacute;culo esquerdo de um pcte normal ao final da diast&oacute;le tem 100 mL de sangue e ao final da s&iacute;stole tem 40 mL de sangue, subentendemos que 60 mL de sangue foram ejetados durante a s&iacute;stole ventricular. isto equivale a uma fra&ccedil;&atilde;o de eje&ccedil;&atilde;o de 60%. Quando avaliamos um pcte com regurgita&ccedil;&atilde;o mitral, contudo, este racioc&iacute;nio deixa de ser v&aacute;lido. Digamos que um pcte com IM moderada tem 100 mL de sangue no final da di&aacute;stole e 40 mL de sangue no final da s&iacute;stole. Consideremos ainda que 40 mL de sangue reflu&iacute;ram para o interior do &aacute;trio esquerdo durante a contra&ccedil;&atilde;o ventricular. Assim sendo, apenas 20 mL de sangue foram impulsionados para a aorta durante a s&iacute;stole. A fra&ccedil;&atilde;o de eje&ccedil;&atilde;o calculada deste pcte contiuar&aacute; sendo de 60% mas a for&ccedil;a contr&aacute;til do seu VE pode ser bastante diferente do pcte do primeiro exemplo.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para estimarmos ent&atilde;o a fun&ccedil;&atilde;o contr&aacute;til do VE em pctes com regurgita&ccedil;&atilde;o mitral moderada/importante utilizamos outro artif&iacute;cio da ecocardiografia. &Eacute; o chamado dP/dT. Este nada mais &eacute; que um c&aacute;lculo que envolve a varia&ccedil;&atilde;o de press&atilde;o em um determinado intervalo de tempo. Quanto menos tempo o VE levar para aumentar a press&atilde;o em seu interior, mais eficaz &eacute; sua contratilidade. Como calcular isto?</p>
<p style="text-align: justify; ">Primeiro tem-se que obter o tra&ccedil;ado do refluxo mitral atrav&eacute;s do doppler cont&iacute;nuo.</p>
<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/eco2.jpg" style="width: 550px; height: 363px; " /></p>
<p style="text-align: justify; ">Aumentando-se a velocidade de varredura conseguimos &quot;dar um zoom&quot; no tra&ccedil;ado. Calcula-se ent&atilde;o o tempo que demora para a velocidade subir de 1 m/s para 3 m/s. Isto equivale a um aumento de press&atilde;o dentro do VE de 4 mmHg para 36 mmHg, ou seja, uma diferen&ccedil;a de 32 mmHg. Quanto mais r&aacute;pido isto ocorrer, maior ser&aacute; o dP/dT e consequentemente maior a contratilidade do VE.</p>
<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/eco3.jpg" style="width: 550px; height: 371px; " /></p>
<p style="text-align: justify; ">Como interpretar?</p>
<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/dpdt.png" /></p>
<p style="text-align: justify; ">Os valores citados na tabela variam de livro para livro. Neste caso citamos a refer&ecirc;ncia do livro do Dr Castillo.</p>
<p style="text-align: justify; ">Exemplo pr&aacute;tico da import&acirc;ncia desta vari&aacute;vel &#8211; Muitas vezes vemos pctes em p&oacute;s-operat&oacute;rio de cirurgia mitral (troca valvar ou plastia) que apresentam queda importante da FE. Frequentemente surge a d&uacute;vida se isto &eacute; consequ&ecirc;ncia de uma disfun&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-operat&oacute;ria ou se foi o resultado de uma m&aacute; preserva&ccedil;&atilde;o mioc&aacute;rdica durante a CEC. O simples c&aacute;lculo do dP/dT no ecocardiograma pr&eacute;-operat&oacute;rio pode nos auxiliar a diferenciar as duas situa&ccedil;&otilde;es.&nbsp;</p>
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