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	<title>CardioPapers.com.br</title>
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	<description>Blog de cardiologia contendo atualizações diárias, discussões de artigos, dicas à beira leito e muito mais.</description>
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		<title>Como reverter o efeito da heparina de baixo peso molecular?</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/02/como-reverter-o-efeito-da-heparina-de-baixo-peso-molecular/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 17:10:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas à Beira leito]]></category>
		<category><![CDATA[Anticoagulação]]></category>
		<category><![CDATA[enoxaparina]]></category>
		<category><![CDATA[protamina]]></category>
		<category><![CDATA[reversão enoxaparina]]></category>
		<category><![CDATA[sangramento e enoxaparina]]></category>

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		<description><![CDATA[J&#225; falamos sobre como reverter o efeito da heparina n&#227;o-fracionada. E o que fazer com um paciente que est&#225; usando enoxaparina e tem sangramento? Alguns pontos importantes: - a protamina, medica&#231;&#227;o usada para reverter o efeito da HNF, anula apenas 50 a 75% do efeito da heparina de baixo peso molecular - o uso da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/deep-venous-thrombosisthe-travelers-disease-main.jpg" style="width: 429px; height: 336px; " /></p>
<p style="text-align: justify; ">J&aacute; falamos sobre <a href="http://cardiopapers.com.br/?s=protamina&amp;Search.x=0&amp;Search.y=0">como reverter o efeito da heparina n&atilde;o-fracionada</a>. E o que fazer com um paciente que est&aacute; usando enoxaparina e tem sangramento? Alguns pontos importantes:</p>
<p style="text-align: justify; ">- a protamina, medica&ccedil;&atilde;o usada para reverter o efeito da HNF, anula apenas 50 a 75% do efeito da heparina de baixo peso molecular</p>
<p style="text-align: justify; ">- o uso da protamina neste contexto &eacute; off-label</p>
<p style="text-align: justify; ">- a dose preconizada pela Sanofi para reverter o efeito da enoxaparina comercializada por ela &eacute;:</p>
<p style="text-align: justify; ">se a medica&ccedil;&atilde;o tiver sido administrada h&aacute; menos de 8 h &#8211; 1 mg de protamina para cada 1 mg de enoxaparina</p>
<p style="text-align: justify; ">se a medica&ccedil;&atilde;o tiver sido administrada entre 8 e 12 h &#8211; 0,5 mg de protamina para cada 1 mg de enoxaparina</p>
<p style="text-align: justify; ">se a medica&ccedil;&atilde;o tiver sido administrada h&aacute; mais de 12 h &#8211; a priori a heparina n&atilde;o justifica o sangramento, a n&atilde;o ser que o pcte tenha fatores que prolonguem a meia-vida da medica&ccedil;&atilde;o (ex: insufici&ecirc;ncia renal)</p>
<p style="text-align: justify; ">- lembrar que como a protamina n&atilde;o reverte completamente o efeito da enoxaparina, caso o pcte esteja apresentando sangramento importante &#8211; &eacute; necess&aacute;rio usar plasma fresco para parar a hemorragia</p>
<p style="text-align: justify; ">- lembrar de diluir a protamina em pelo menos 250 mL de solu&ccedil;&atilde;o e administrar a uma velocidade n&atilde;o superior a 20 mg/min &#8211; devido ao risco elevado de hipotens&atilde;o e anafilaxia</p>
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		<title>Dica de site &#8211; imagens de eco transesofágico</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/02/dica-de-site-imagens-de-eco-transesofagico/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 15:56:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecocardiograma]]></category>
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		<description><![CDATA[http://pie.med.utoronto.ca/TEE/index.htm Excelente site com v&#225;rias imagens de eco transesof&#225;gico. Ele cont&#233;m um guia b&#225;sico mostrando as principais proje&#231;&#245;es que devem ser obtidas durante o exame. Tamb&#233;m h&#225; testes de m&#250;ltipla escolha para avaliar o conhecimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/ete(1).png" /></p>
<p><a href="http://pie.med.utoronto.ca/TEE/index.htm">http://pie.med.utoronto.ca/TEE/index.htm</a></p>
<p>Excelente site com v&aacute;rias imagens de eco transesof&aacute;gico. Ele cont&eacute;m um guia b&aacute;sico mostrando as principais proje&ccedil;&otilde;es que devem ser obtidas durante o exame. Tamb&eacute;m h&aacute; testes de m&uacute;ltipla escolha para avaliar o conhecimento.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dispneia e Ticagrelor</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/02/dispneia-e-ticagrelor/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 13:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Figuinha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coronariopatia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; O ticagrelor &#233; um novo antagonista do receptor P2Y(12) que, assim como o clopidogrel e prasugrel, bloqueia a agrega&#231;&#227;o plaquet&#225;ria mediada pelo ADP. Essa droga e suas aplica&#231;&#245;es cl&#237;nicas j&#225; foram discutidas previamente nesse blog. Um dos efeitos colaterais mais comuns vistos em pacientes que fazem uso de ticagrelor &#233; a dispneia. No estudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center; ">
	<img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/brilinta.jpg" style="width: 242px; height: 180px; " /></p>
<p style="text-align: justify; ">O ticagrelor &eacute; um novo antagonista do receptor P2Y(12) que, assim como o clopidogrel e prasugrel, bloqueia a agrega&ccedil;&atilde;o plaquet&aacute;ria mediada pelo ADP. Essa droga e suas aplica&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas j&aacute; foram discutidas previamente nesse blog.</p>
<p style="text-align: justify; ">Um dos efeitos colaterais mais comuns vistos em pacientes que fazem uso de ticagrelor &eacute; a dispneia. No estudo PLATO, 13,8% dos pacientes apresentaram dispneia, contra 7,8% do grupo que usava clopidogrel.</p>
<p style="text-align: justify; ">Um sub-grupo do estudo ONSET/OFFSET avaliou a fun&ccedil;&atilde;o pulmonar de 123 pacientes. Nesse estudo, 38,6% pacientes do grupo ticagrelor apresentaram dispneia, contra 9,3% do grupo clopidogrel e 8,3% do grupo placebo. A maioria apresentou dispneia leve, e tr&ecirc;s pacientes interromperam o tratamento devido &agrave; esse sintoma. 17 dos 22 pacientes que tiveram dispneia com ticagrelor apresentaram esse sintoma ainda na primeira semana de uso. N&atilde;o houve diferen&ccedil;a em testes de fun&ccedil;&atilde;o pulmonar nos grupos.</p>
<p style="text-align: justify; ">No estudo PLATO, 0,9% interrompeu o tratamento com ticagrelor devido &agrave; dispneia. N&atilde;o houve diferen&ccedil;a tamb&eacute;m nos testes de fun&ccedil;&atilde;o pulmonar, e a m&eacute;dia para in&iacute;cio dos sintomas nesse estudo foi de 23 dias.</p>
<p style="text-align: justify; ">N&atilde;o se sabe ao certo o mecanismo para o surgimento da dispneia. H&aacute; uma hip&oacute;tese de que o ticagrelor aumente a concentra&ccedil;&atilde;o extracelular de adenosina. Sabe-se que a administra&ccedil;&atilde;o ex&oacute;gena de adenosina pode causar dispneia talvez por uma ativa&ccedil;&atilde;o de receptores A1, resultando em est&iacute;mulo de fibras pulmonares vagais.</p>
<p style="text-align: justify; ">Assim, a dispneia apresentada por pacientes em uso de ticagrelor &eacute; em geral leve a moderada, e raramente leva &agrave; descontinua&ccedil;&atilde;o do tratamento. &Eacute; sempre muito importante refor&ccedil;ar com o paciente a import&acirc;ncia de n&atilde;o interromper o uso da medica&ccedil;&atilde;o sem entrar em contato com seu m&eacute;dico. Com o tempo veremos na pr&aacute;tica cl&iacute;nica qual o real impacto desse sintoma no tratamento dos nossos pacientes.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O potencial do ecocardiograma portátil</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/02/o-potencial-do-ecocardiograma-portatil/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 16:13:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecocardiograma]]></category>
		<category><![CDATA[Procedimentos e Métodos Diagnósticos]]></category>
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		<description><![CDATA[J&#225; falamos bastante do aparelho de ecocardiograma port&#225;til Vscan. Agora ele come&#231;a a mostrar na pr&#225;tica alguns dos seus potenciais de uso. Na &#205;ndia uma equipe de cerca de 10 pessoas (incluindo cardiologistas e t&#233;cnicos de ultrassonografia) fizeram um mutir&#227;o de eco. Selecionaram pctes que possu&#237;am hist&#243;ria de doen&#231;a cardiovascular diagnosticada ou que apresentavam sinais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><img src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/gadgets/files/2009/11/vscan-ge.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; ">J&aacute; falamos bastante do aparelho de ecocardiograma port&aacute;til Vscan. Agora ele come&ccedil;a a mostrar na pr&aacute;tica alguns dos seus potenciais de uso. Na &Iacute;ndia uma equipe de cerca de 10 pessoas (incluindo cardiologistas e t&eacute;cnicos de ultrassonografia) fizeram um mutir&atilde;o de eco. Selecionaram pctes que possu&iacute;am hist&oacute;ria de doen&ccedil;a cardiovascular diagnosticada ou que apresentavam sinais sugestivos de cardiopatia. Em apenas 2 dias fizeram cerca de 1000 ecos. As imagens eram gravadas na &Iacute;ndia e mandadas posteriormente para m&eacute;dicos nos Estados Unidos para emiss&atilde;o do laudo. In&uacute;meras patologias foram identificadas.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">Imaginem o potencial deste equipamento em nosso pa&iacute;s. Mandar um cardiologista equipado com um aparelho destes para uma cidade do interior com 10.000-20.000 habitantes. Em alguns dias uma &uacute;nica pessoa poderia fazer uma triagem extremamente eficaz de uma boa parte da popula&ccedil;&atilde;o com suspeita de cardiopatia e com estes resultados decidir quem teria necessidade de ser encaminhado para um centro maior e quem poderia continuar o acompanhamento em sua pr&oacute;pia cidade. Lembrando que o aparelho no Brasil custa pouco mais de 20.000 reais.&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Territórios de perfusão coronariana: O que precisamos Saber?</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/02/territorios-de-perfusao-coronariana-o-que-precisamos-sabe/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 20:24:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coronariopatia]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Os exames complementares de imagem fornecem muitas informa&#231;&#245;es ao cl&#237;nico,que muitas vezes s&#227;o mal interpretadas pelo desconhecimento da anatomia card&#237;aca. Nas coronariopatias, avalia&#231;&#227;o segmentar do mioc&#225;rdio &#233; de extrema import&#226;ncia para diagn&#243;stico e programa&#231;&#227;o terap&#234;utica. Neste artigo ilustraremos os territ&#243;rios de perfus&#227;o coron&#225;ria e sua correla&#231;&#227;o anat&#244;mica principalmente com o ecocardiograma, com objetivo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/file/coronary_terr_labelled.jpg" style="width: 456px; height: 234px;" /></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os exames complementares de imagem fornecem muitas informa&ccedil;&otilde;es ao cl&iacute;nico,que muitas vezes s&atilde;o mal interpretadas pelo desconhecimento da anatomia card&iacute;aca. Nas coronariopatias, avalia&ccedil;&atilde;o segmentar do mioc&aacute;rdio &eacute; de extrema import&acirc;ncia para diagn&oacute;stico e programa&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste artigo ilustraremos os territ&oacute;rios de perfus&atilde;o coron&aacute;ria e sua correla&ccedil;&atilde;o anat&ocirc;mica principalmente com o ecocardiograma, com objetivo de uniformizar e familiarizar o cl&iacute;nico da segmenta&ccedil;&atilde;o mioc&aacute;rdica.</p>
<p style="text-align: center;"><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/file/segmentação.jpg" style="width: 785px; height: 390px;" /></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/file/myocardial_seg1.gif" style="width: 570px; height: 400px;" /></p>
<p style="text-align: center;"><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/file/myocardial_seg2.gif" style="width: 570px; height: 400px;" /></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">http://www.youtube.com/user/MDSonography?feature=g-user-u#p/u/18/wVjR5MRhVmA</p>
<p style="text-align: center;"><iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/wVjR5MRhVmA?rel=0" width="480"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Estudo WARCEF: comparação de AAS e varfarina em IC</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 02:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Figuinha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Comentados]]></category>
		<category><![CDATA[Insuficiência Cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[blog de cardiologia]]></category>
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		<category><![CDATA[insuficiência cardíaca]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Sabe-se que a insufici&#234;ncia card&#237;aca (IC) &#233; um fator de risco para fen&#244;menos tromboemb&#243;licos. Se questiona quanto aos benef&#237;cios do uso de AAS ou varfarina nesses pacientes. Estudo WARCEF &#233; um estudo duplo-cego, randomizado, multic&#234;ntrico, que comparou o uso de aspirina 325mg e varfarina (para um INR entre 2,0 a 3,5) em 2305 pacientes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">&nbsp;<img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/deep-venous-thrombosisthe-travelers-disease-main.jpg" style="width: 300px; height: 235px" /></p>
<p class="western" style="line-height: 0.69cm; margin-top: 0.13cm; margin-bottom: 0.13cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "><font size="3">Sabe-se que a insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca (IC) &eacute; um fator de risco para fen&ocirc;menos tromboemb&oacute;licos. Se questiona quanto aos benef&iacute;cios do uso de AAS ou varfarina nesses pacientes.</font></p>
<p class="western" style="line-height: 0.69cm; margin-top: 0.13cm; margin-bottom: 0.13cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "><font size="3">Estudo WARCEF &eacute; um estudo duplo-cego, randomizado, multic&ecirc;ntrico, que comparou o uso de aspirina 325mg e varfarina (para um INR entre 2,0 a 3,5) em 2305 pacientes com IC com disfun&ccedil;&atilde;o sist&oacute;lica (FE &lt; 35%) em ritmo sinusal. Tempo de seguimento m&eacute;dio de 3,5 anos. </font></p>
<p class="western" style="line-height: 0.69cm; margin-top: 0.13cm; margin-bottom: 0.13cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "><font size="3">N&atilde;o houve diferen&ccedil;a nos desfecho prim&aacute;rio composto de morte, AVC isqu&ecirc;mico ou hemorragia intracraniana. Quando avaliados os sub-grupos separadamente, houve uma redu&ccedil;&atilde;o significativa de AVC isqu&ecirc;mico no grupo varfarina (0,72% vs 1,36% &#8211; p 0,005), apesar de uma maior incid&ecirc;ncia de sangramentos maiores (principalmente por sangramento gastrointestinal).</font></p>
<p class="western" style="line-height: 0.69cm; margin-top: 0.13cm; margin-bottom: 0.13cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "><font size="3">Nas atualiza&ccedil;&otilde;es da diretriz de IC de 2012, &eacute; considerado indica&ccedil;&atilde;o classe I:</font></p>
<ul>
<li>
<p class="western" style="line-height: 0.69cm; margin-top: 0.13cm; margin-bottom: 0.13cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "><font size="3">Cumar&iacute;nicos para FE &lt; 35% em FA parox&iacute;stica, persistente ou permanente com pelo menos um fator de risco adicional.</font></p>
</li>
<li>
<p class="western" style="line-height: 0.69cm; margin-top: 0.13cm; margin-bottom: 0.13cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "><font size="3">Cumar&iacute;nicos para trombos intracavit&aacute;rios ou embolia pr&eacute;via</font></p>
</li>
<li>
<p class="western" style="line-height: 0.69cm; margin-top: 0.13cm; margin-bottom: 0.13cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "><font size="3">Aspirina para cardiomiopatia de etiologia isqu&ecirc;mica com risco de evento coronariano.</font></p>
</li>
<li>
<p class="western" style="line-height: 0.69cm; margin-top: 0.13cm; margin-bottom: 0.13cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "><font size="3">Aspirina na contraindica&ccedil;&atilde;o ao uso de anticoagulante oral por risco de sangramento.</font></p>
</li>
</ul>
<p class="western" style="line-height: 0.69cm; margin-top: 0.13cm; margin-bottom: 0.13cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "><font size="3">Refer&ecirc;ncia:</font></p>
<p class="western" style="line-height: 0.69cm; margin-bottom: 0cm; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "><font size="3">Homma S, Thompson JLP. Results of the Warfarin versus Aspirin in Reduced Cardiac Ejection Fraction (WARCEF) trial. International Stroke Conference 2012; February 3, 2012.</font></p>
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		<title>Suspeita de endocardite infecciosa &#8211; como investigar?</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 23:36:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Valvulopatias]]></category>
		<category><![CDATA[blog cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologia incor]]></category>
		<category><![CDATA[Cardiologia recife]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologia usp]]></category>
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		<description><![CDATA[D&#250;vida frequente para os cardiologistas que cuidam de pacientes internados. A sociedade europ&#233;ia de cardiologia sugere o seguinte fluxograma: - Sempre iniciar com o bom e velho eco transtor&#225;cico. &#201; um exame f&#225;cil de se realizar, n&#227;o-invasivo, r&#225;pido e que pode mostrar em poucos segundos sinais claros de vegeta&#231;&#227;o em alguma da v&#225;lvulas.&#160; - Mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>D&uacute;vida frequente para os cardiologistas que cuidam de pacientes internados. A sociedade europ&eacute;ia de cardiologia sugere o seguinte fluxograma:</p>
<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/investiga%C3%A7%C3%A3o%20endocardite.png" /></p>
<p style="text-align: justify; ">- Sempre iniciar com o bom e velho eco transtor&aacute;cico. &Eacute; um exame f&aacute;cil de se realizar, n&atilde;o-invasivo, r&aacute;pido e que pode mostrar em poucos segundos sinais claros de vegeta&ccedil;&atilde;o em alguma da v&aacute;lvulas.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">- Mesmo que o eco TT mostre claramente vegeta&ccedil;&otilde;es, &eacute; sempre interessante complementar o exame com o eco transesof&aacute;gico. Isto porque a sensibilidade do eco TT para certas complica&ccedil;&otilde;es da endocardite (ex: abscesso perivalvar) &eacute; muito baixa. J&aacute; o ETE pe excelenete para detectar tais achados.</p>
<p style="text-align: justify; ">- No caso de suspeita de endocardite de pr&oacute;tese ou dispositivos intracard&iacute;acos (marcapasso, cdi) mesmo que o eco TT n&atilde;o veja vegeta&ccedil;&otilde;es &eacute; interessante a realiza&ccedil;&atilde;o de ETE.</p>
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		<title>Cateterismo cardíaco femoral: Dispositivos de Oclusão Arterial</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 18:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Lima</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Valvulopatias]]></category>
		<category><![CDATA[André Gustavo Santos Lima]]></category>
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		<category><![CDATA[cardiologia usp]]></category>
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		<category><![CDATA[hemostasia]]></category>
		<category><![CDATA[oclusão arterial]]></category>
		<category><![CDATA[valvopatia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Apesar do aumento da utiliza&#231;&#227;o do acesso radial para o cateterismo card&#237;aco, a via femoral ainda &#233; amplamente utilizada e possui indica&#231;&#245;es espec&#237;ficas. Como discutido no artigo, Complica&#231;&#245;es vasculares nos cateterismos card&#237;acos , a compress&#227;o manual deve seguir t&#233;cnica correta e pode apresentar complica&#231;&#245;es como pseudoaneurismas, grandes hematomas e trombose arterial al&#233;m de necessitar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/file/angiosealevo_activeclosuresys_ashx.jpg" style="width: 434px; height: 301px;" /></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do aumento da utiliza&ccedil;&atilde;o do acesso radial para o cateterismo card&iacute;aco, a via femoral ainda &eacute; amplamente utilizada e possui indica&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas. Como discutido no artigo, <a href="http://cardiopapers.com.br/2011/02/complicacoes-vasculares-locais-nos-cateterismos-cardiacos/" target="_blank">Complica&ccedil;&otilde;es vasculares nos cateterismos card&iacute;acos </a>, a compress&atilde;o manual deve seguir t&eacute;cnica correta e pode apresentar complica&ccedil;&otilde;es como pseudoaneurismas, grandes hematomas e trombose arterial al&eacute;m de necessitar que profissional habilitado permane&ccedil;a comprimindo por longos per&iacute;odos de tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dispositivos de oclus&atilde;o arterial tornaram-se populares pela praticidade e por permitir utiliza&ccedil;&atilde;o de cateteres de maior calibre ( Ex. valvuloplatia a&oacute;rtica percut&acirc;nea). Atualmente t&ecirc;m-se dispon&iacute;veis os seguintes mec&acirc;nismos:</p>
<ol style="margin-left: 40px;">
<li style="text-align: justify;">Plugs de Col&aacute;genos biodegrad&aacute;veis :</li>
</ol>
<ul style="margin-left: 40px;">
<li style="text-align: justify;"><em>Angio-seal</em></li>
<li style="text-align: justify;"><em>Vasoseal</em></li>
</ul>
<p style="text-align: justify; margin-left: 80px;"><em>2.Dispositivos de Sutura:</em></p>
<ul>
<li style="text-align: justify; margin-left: 80px;"><em>Perclose</em></li>
</ul>
<p style="text-align: justify; margin-left: 80px;">3.Procoagulantes:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify; margin-left: 80px;">Duett</li>
</ul>
<p style="text-align: justify; margin-left: 80px;">4. Introdu&ccedil;&atilde;o de polietileno Glicol:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify; margin-left: 80px;">Mynx Vascular Closure Device</li>
</ul>
<p style="margin-left: 80px; text-align: center;"><a href="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/file/devices oclusao 2010.jpg" target="_blank"><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/file/devices oclusao 2010.jpg" style="width: 945px; height: 575px;" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><u>VASOSEAL</u></p>
<p style="text-align: justify;">O Vasoseal &eacute; basicamente um tamp&atilde;o de col&aacute;geno bovino que &eacute; inserido por meio de uma agulha especial, no trajeto da pun&ccedil;&atilde;o (t&uacute;nel de pun&ccedil;&atilde;o) e na camada m&eacute;dia e externa da art&eacute;ria. Em contato com o sangue, o col&aacute;geno rapidamente se hidrata e aumenta de tamanho, obstruindo assim a passagem do sangue. O col&aacute;geno tem, ainda, propriedades hemost&aacute;ticas, acelerando a sequ&ecirc;ncia da cascata da coagula&ccedil;&atilde;o</p>
<p style="text-align: justify;">O Vasoseal est&aacute; aprovado pelo Federal DrugAdminis-tration (FDA) para uma deambula&ccedil;&atilde;o precoce, estimada em 1 horas, em contraste com o per&iacute;odo m&eacute;dio estimado para a compress&atilde;o, de quatro a seis horas. A realiza&ccedil;&atilde;o de uma nova pun&ccedil;&atilde;o deve ser adiada por pelo menos seis semanas, pois o plug hemost&aacute;tico ainda n&atilde;o ter&aacute; sido absorvido e existe o risco de emboliza&ccedil;&atilde;o. Ap&oacute;s seis semanas estima-se que j&aacute; ocorreu a completa absor&ccedil;&atilde;o do produto e parece ser segura uma nova pun&ccedil;&atilde;o no mesmo local.</p>
<p style="text-align: center;"><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/file/vasoseal.jpg" style="width: 319px; height: 240px;" /></p>
<p style="text-align: justify;"><u>ANGIO-SEAL</u></p>
<p style="text-align: justify;">Consiste em uma &acirc;ncora em &quot;T&quot; que &eacute; biodegrad&aacute;vel. Esta estrutura &eacute; constitu&iacute;da de um pol&iacute;mero contendo &aacute;cido polil&aacute;tico e poliglic&oacute;lico, e que fica inserida dentro de uma agulha tamanho 8 Fr. A t&eacute;cnica de introdu&ccedil;&atilde;o desta &quot; &acirc;ncora&quot; dentro da art&eacute;ria femoral &eacute; bastante simples e engenhosa: uma vez colocado um pequeno guia no local da pun&ccedil;&atilde;o, retira-se a agulha de pun&ccedil;&atilde;o original e introduz-se o cat&eacute;ter que cont&eacute;m dentro de sua bainha a &acirc;ncora biodegrad&aacute;vel retrocitada. A &acirc;ncora &eacute; ent&atilde;o introduzida na luz da art&eacute;ria sendo, em seguida, puxada para fora por um fio especial, o que provoca a compress&atilde;o interna do orif&iacute;cio de pun&ccedil;&atilde;o e controle do sangramento. &Eacute; feita uma tra&ccedil;&atilde;o firme e constante no fio absorv&iacute;vel que j&aacute; vem montado no conjunto e simultaneamente &eacute; feita a retirada da agulha de coloca&ccedil;&atilde;o da &quot;&acirc;ncora&quot;. Neste momento, e de forma simult&acirc;nea, um plug tubular de col&aacute;geno, semelhante ao do sistema anterior, &eacute; gradualmente ejetado da agulha, ocupando assim o espa&ccedil;o em torno da pun&ccedil;&atilde;o. Ao contato com o sangue, o tubo de col&aacute;geno que foi ejetado ajuda na forma&ccedil;&atilde;o de co&aacute;gulos. Em seguida, coloca-se um &quot;clip met&aacute;lico&quot; em forma de mola, que mant&eacute;m a tra&ccedil;&atilde;o do fio e tamb&eacute;m da &acirc;ncora em T por mais 20 minutos. Ap&oacute;s, o fio de sutura absorv&iacute;vel que (racionava a &acirc;ncora e a mantinha em posi&ccedil;&atilde;o &eacute; amarrado e cortado rente a pele, retraindo para o espa&ccedil;o subcut&acirc;neo profundo. Um adesivo local &eacute; colocado no local e retirado em 24 horas. Os pacientes podem, segundo os estudos iniciais, deambular em duas horas. Recomenda-se que a art&eacute;ria n&atilde;o seja repuncionada neste local at&eacute; que a absor&ccedil;&atilde;o do material colocado seja total, o que ocorre em torno de tr&ecirc;s meses.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="320" mozallowfullscreen="" src="http://player.vimeo.com/video/25568432?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="400"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/25568432">Angio Seal</a> from <a href="http://vimeo.com/user7570024">Telecor Biom&eacute;dica</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p><u>PERCLOSE</u></p>
<p>Trata-se de um sistema sofisticado de aproxima&ccedil;&atilde;o dos bordos do orif&iacute;cio de pun&ccedil;&atilde;o, por um sistema de agulhas. O sistema n&atilde;o tem &quot;&acirc;ncora&quot;, plug de col&aacute;geno ou outro mecanismo, tratando-se simplesmente de um &quot;ponto&quot; que &eacute; passado nos bordos do orif&iacute;cio arterial.O fabricante informa que n&atilde;o h&aacute; necessidade de compress&atilde;o, e a deambula&ccedil;&atilde;o pode ser feita ap&oacute;s duas horas.</p>
<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=USnmDMk75ds">www.youtube.com/watch?v=USnmDMk75ds</a></p>
</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><u>Mynx Vascular Closure Device</u></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=4rXGfe5xX9g">www.youtube.com/watch?v=4rXGfe5xX9g</a></p>
</p>
<p style="text-align: center;"><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/file/dispositivos_comparacao.jpg" style="width: 775px; height: 454px;" /></p>
<h6>Fonte: CURSO ANUAL DE REVIS&Atilde;O EM HEMODIN&Acirc;MICA E CARDIOLOGIA INTERVENCIONISTA/ SBHCI &ndash;S&Atilde;O PAULO &ndash;SP -2009 =ANDR&Eacute; LABRUNIE</h6>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste artigos, comentamos os dispositivos mais conhecidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>FONTE:</p>
<p>O artigo foi adaptado do artigo original:</p>
<p>M&Eacute;TODOS DE HEMOSTASIA N&Atilde;O COMPRESSIVOS PARA USO AP&Oacute;S O CATETERISMO ARTERIAL . Revista de Angiologia e Cirurgia Vascular &#8211; 1997, Volume 6, N&uacute;mero 4 ( <a href="http://www.sbacvrj.com.br/paginas/revistas/sbacvrj/1997/4/Originalp201.htm">http://www.sbacvrj.com.br/paginas/revistas/sbacvrj/1997/4/Originalp201.htm </a>)</p>
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		<item>
		<title>Microalbuminúria e IC</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/01/microalbuminuria-e-ic/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 01:39:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Figuinha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Comentados]]></category>
		<category><![CDATA[Insuficiência Cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[blog cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Figuinha]]></category>
		<category><![CDATA[instituto do coração]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência cardíaca]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; A microalbumin&#250;ria j&#225; foi descrita como sendo um fator de risco para doen&#231;as cardiovasculares e renais progressivas, mas seu valor progn&#243;stico em pacientes com insufici&#234;ncia card&#237;aca (IC) foi pouco estudado. Estudo publicado nesse m&#234;s na revista Arquivos Brasileiros de Cardiologia avaliou prospectivamente a concentra&#231;&#227;o de albumina urin&#225;ria (CAU) na primeira amostra de urina da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/urine.jpg" style="width: 350px; height: 254px; " /></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:16px;">A microalbumin&uacute;ria j&aacute; foi descrita como sendo um fator de risco para doen&ccedil;as cardiovasculares e renais progressivas, mas seu valor progn&oacute;stico em pacientes com insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca (IC) foi pouco estudado.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:16px;">Estudo publicado nesse m&ecirc;s na revista <em>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</em> avaliou prospectivamente a concentra&ccedil;&atilde;o de albumina urin&aacute;ria (CAU) na primeira amostra de urina da manh&atilde; em 92 pacientes com IC. 41,3% apresentaram microalbumin&uacute;ria. O end point definido foi tempo decorrido at&eacute; o primeiro evento (interna&ccedil;&atilde;o por IC, consulta em PA ou morte cardiovascular). Demais comorbidades eram semelhantes entre os grupos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:16px;">A sobrevida livre de eventos foi menor em pacientes com microalbumin&uacute;ria (p &lt; 0,0001). As vari&aacute;veis independentemente relacionadas a eventos card&iacute;acos foram CAU e hist&oacute;ria de infarto do mioc&aacute;rdio.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:16px;">Os mecanismos sugeridos para a presen&ccedil;a de microalbumin&uacute;ria mesmo na aus&ecirc;ncia de HAS e DM seriam disfun&ccedil;&atilde;o endotelial, presente em pacientes com IC, ou a presen&ccedil;a de congest&atilde;o venosa sub-cl&iacute;nica.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:16px;">Devemos lembrar que esse &eacute; um estudo com n pequeno, unic&ecirc;ntrico, e que os pacientes com microalbumin&uacute;ria tinham uma tend&ecirc;ncia para uma FE de VE inferior (p 0,08), mas demonstra achados que j&aacute; haviam sido sugeridos em an&aacute;lises pr&eacute;vias (dos estudos CHARM e GISSI-HF). Aguardamos estudos com popula&ccedil;&otilde;es maiores.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:16px;">Refer&ecirc;ncia</span></span></p>
<p style="text-align: justify; ">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; "><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size:16px;">1. Villacorta H, Ferradaes PV, Mesquita ET, N&oacute;brega ACL. Microalbumin&uacute;ria &eacute; um Marcador Progn&oacute;stico Independente em Pacientes com Insufici&ecirc;ncia Card&iacute;aca Cr&ocirc;nica. Arq Bras Cardiol 2012 98(1):62-69.</span></span></p>
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		<item>
		<title>Coronariopatia e atividade sexual &#8211; pode ou não pode?</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/01/coronariopatia-e-atividade-sexual-pode-ou-nao-pode/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 14:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coronariopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Guidelines]]></category>
		<category><![CDATA[AHA]]></category>
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		<description><![CDATA[Esta semana foi publicado no Circulation o guideline da AHA de atividade sexual em pctes cardiopatas. Trata-se de um assunto bastante relevante e que faz parte do cotidiano do cardiologista cl&#237;nico. Em rela&#231;&#227;o a pctes coronarianos, quando podemos liberar o pcte para atividade sexual? Quando solicitar teste isqu&#234;mico? Para facilitar, vamos dividir os pctes em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/angina.jpg" style="width: 333px; height: 183px; " /></p>
<p style="text-align: justify; ">Esta semana foi publicado no Circulation o guideline da AHA de atividade sexual em pctes cardiopatas. Trata-se de um assunto bastante relevante e que faz parte do cotidiano do cardiologista cl&iacute;nico. Em rela&ccedil;&atilde;o a pctes coronarianos, quando podemos liberar o pcte para atividade sexual? Quando solicitar teste isqu&ecirc;mico? Para facilitar, vamos dividir os pctes em grupos:</p>
<p style="text-align: justify; ">1- Coronariopatia cr&ocirc;nica:</p>
<p style="text-align: justify; ">- se o pcte for CCS 1 ou 2 &#8211; &eacute; considerado de baixo risco de complica&ccedil;&otilde;es &#8211; pode liberar.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">- pctes com s&iacute;ndrome coronariana aguda ou com angina est&aacute;vel refrat&aacute;ria &#8211; alto risco de complica&ccedil;&otilde;es. N&atilde;o liberar</p>
<p style="text-align: justify; ">- Nos casos em que o m&eacute;dico ficar em d&uacute;vida sobre a capacidade funcional do pcte ou tiver d&uacute;vidas sobre a classifica&ccedil;&atilde;o de risco &#8211; solicitar ergom&eacute;trico. Se o pcte chegar a 3-5 mets sem apresentar angina, altera&ccedil;&otilde;es de ecg, arritmias, hipotens&atilde;o ou cianose &#8211; &eacute; considerado como de baixo risco de complica&ccedil;&otilde;es &#8211; pode liberar para atividade sexual.</p>
<p style="text-align: justify; ">2- Pctes p&oacute;s-iam</p>
<p style="text-align: justify; ">- ap&oacute;s IAM n&atilde;o complicado pode-se liberar o pcte para atividade sexual ap&oacute;s 1 semana caso consiga realizar atividades moderadas (3-5 mets) no dia a dia sem sintomas.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">3- Pctes p&oacute;s-angioplastia</p>
<p style="text-align: justify; ">- se revasculariza&ccedil;&atilde;o completa &#8211; pode liberar para atividade f&iacute;sica ap&oacute;s alguns dias do procedimento caso n&atilde;o haja complica&ccedil;&otilde;es vasculares no local da pun&ccedil;&atilde;o. A diretriz n&atilde;o especifica a quantidade certa de dias.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">- se revasculariza&ccedil;&atilde;o incompleta &#8211; considerar teste isqu&ecirc;mico</p>
<p style="text-align: justify; ">4- Pctes p&oacute;s cirurgia de revasculariza&ccedil;&atilde;o mioc&aacute;rdica</p>
<p style="text-align: justify; ">- se revasculariza&ccedil;&atilde;o completa &#8211; de forma geral esperar 6 a 8 semanas considerando que a esternotomia est&aacute; bem cicatrizada</p>
<p style="text-align: justify; ">- se revasculariza&ccedil;&atilde;o incompleta &#8211; considerar solicitar teste isqu&ecirc;mico</p>
<p style="text-align: justify; ">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">Quando solicitar teste isqu&ecirc;mico &#8211; priorizar teste com stress f&iacute;sico</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Hipertensão pulmonar e IC</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/01/hipertensao-pulmonar-e-ic/</link>
		<comments>http://cardiopapers.com.br/2012/01/hipertensao-pulmonar-e-ic/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 13:51:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Figuinha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Comentados]]></category>
		<category><![CDATA[Hipertensão pulmonar]]></category>
		<category><![CDATA[Insuficiência Cardíaca]]></category>
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		<category><![CDATA[instituto do coração]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência cardíaca]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Estudo prospectivo publicado recentemente no JACC avaliou o impacto progn&#243;stico da eleva&#231;&#227;o da press&#227;o arterial pulmonar em pacientes com insufici&#234;ncia card&#237;aca (IC). Em uma an&#225;lise de mais de 1.000 pacientes, a press&#227;o arterial pulmonar sist&#243;lica (PSAP) foi um forte preditor de mortalidade por todas as causas e por causas cardiovasculares, independentemente de outros fatores, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/Pulmonary-Hypertension-280x300.jpg" style="width: 230px; height: 246px; " /></p>
<p>Estudo prospectivo publicado recentemente no JACC avaliou o impacto progn&oacute;stico da eleva&ccedil;&atilde;o da press&atilde;o arterial pulmonar em pacientes com insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca (IC).</p>
<p>Em uma an&aacute;lise de mais de 1.000 pacientes, a press&atilde;o arterial pulmonar sist&oacute;lica (PSAP) foi um forte preditor de mortalidade por todas as causas e por causas cardiovasculares, independentemente de outros fatores, como fun&ccedil;&atilde;o diast&oacute;lica e BNP. Nesse estudo, ela foi avaliada por ecocardiografia.</p>
<p>Esse impacto foi semelhante tanto para pacientes com fra&ccedil;&atilde;o de eje&ccedil;&atilde;o reduzida como para pacientes com fra&ccedil;&atilde;o de eje&ccedil;&atilde;o preservada.</p>
<p>Sabia-se que a hipertens&atilde;o pulmonar (HP) associada &agrave; IC piorava o progn&oacute;stico desses pacientes. Esse estudo veio refor&ccedil;ar esse impacto negativo, nos fazendo pensar que talvez o tratamento para HP em pacientes com IC seja um alvo interessante para futuros estudos. Estudos j&aacute; publicados mostraram melhora em qualidade de vida e teste de caminhada de 6 min com o uso de inibidores de fosfodiesterase 5 (ex.: sildenafil) com HP e IC. Mas ser&aacute; que conseguiremos algum impacto em mortalidade com o uso dessas drogas?</p>
<p>Refer&ecirc;ncia</p>
<p>Bursi F, McNallan SM, Redfield MM, et al. Pulmonary pressures and death in heart failure a community study.&nbsp;<em>J Am Coll Cardiol </em>2012; 59:222-231.&nbsp;</p>
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		<title>Nova diretriz de valvopatias da SBC &#8211; parte 5</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/01/nova-diretriz-de-valvopatias-da-sbc-parte-5/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 15:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CONTINUA&#199;&#195;O DE INSUFICI&#202;NCIA MITRAL - Quando operar um paciente com insufici&#234;ncia mitral importante? 1- Se tiver sintomas causados pela valvopatia 2- Se PSAP&#62;50 mmHg 3- Se tiver FA de in&#237;cio recente 4- Se FE&#60;60% (caso &#60;30% &#8211; considerar caso a caso uma vez que o progn&#243;stico j&#225; fica mais reservado, independente do tratamento escolhido) 5- [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/im+it.BMP" /></p>
<p style="text-align: justify; ">CONTINUA&Ccedil;&Atilde;O DE INSUFICI&Ecirc;NCIA MITRAL</p>
<p style="text-align: justify; ">- Quando operar um paciente com insufici&ecirc;ncia mitral importante?</p>
<p style="text-align: justify; ">1- Se tiver sintomas causados pela valvopatia</p>
<p style="text-align: justify; ">2- Se PSAP&gt;50 mmHg</p>
<p style="text-align: justify; ">3- Se tiver FA de in&iacute;cio recente</p>
<p style="text-align: justify; ">4- Se FE&lt;60% (caso &lt;30% &#8211; considerar caso a caso uma vez que o progn&oacute;stico j&aacute; fica mais reservado, independente do tratamento escolhido)</p>
<p style="text-align: justify; ">5- Se DSVE&gt;40 mm (caso &gt;55 mm &#8211; considerar caso a caso uma vez que o progn&oacute;stico j&aacute; fica mais reservado, independente do tratamento escolhido)</p>
<p style="text-align: justify; ">6- Se, mesmo na aus&ecirc;ncia de todos os comemorativos acima, houver grande chance de pl&aacute;stica valvar bem sucedida (&gt;90% de chance de acordo com a experi&ecirc;ncia do servi&ccedil;o).</p>
<p style="text-align: justify; ">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">INSUFICI&Ecirc;NCIA MITRAL AGUDA</p>
<p style="text-align: justify; ">- Quais as 3 principais causas de IM aguda?</p>
<p style="text-align: justify; ">1- s&iacute;ndrome coronariana aguda (metade dos casos)</p>
<p style="text-align: justify; ">2- endocardite infecciosa (1/4 dos casos)</p>
<p style="text-align: justify; ">3- rotura de cordoalha em pcte com Prolapso de valva mitral pr&eacute;vio (1/4 dos casos)</p>
<p style="text-align: justify; ">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">- Por que a IM aguda isqu&ecirc;mica ocorre mais em casos de IAM com supra de ST inferior?</p>
<p style="text-align: justify; ">Porque a principal causa de IM nestes casos &eacute; a disfun&ccedil;&atilde;o aguda do m&uacute;sculo papilar. Existem 2 m&uacute;sculos papiplares &#8211; o antero lateral que &eacute; vascularizado pela DA e pela Cx e o p&oacute;stero-medial o qual &eacute; suprido pela art&eacute;ria dominante (Cd ou Cx). Como o primeiro &eacute; vascularizado por 2 art&eacute;rias e o segundo apenas por uma, &eacute; mais frequente a disfun&ccedil;&atilde;o do m&uacute;sculo p&oacute;stero-medial quando da oclus&atilde;o da art&eacute;ria dominante do cora&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Nova diretriz de valvopatias da SBC &#8211; parte 4</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 10:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guidelines]]></category>
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		<description><![CDATA[INSUFICI&#202;NCIA MITRAL - Sempre lembrar que o procedimento invasivo de escolha para o tratamento da insufici&#234;ncia mitral &#233; a cirurgia de pl&#225;stica valvar. Quando comparada com a troca valvar, resulta em menor mortalidade a longo prazo. - O sucesso da pl&#225;stica mitral &#233; maior quando a patologia de base &#233; o prolapso da c&#250;spide posterior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/im1.png" /></p>
<p>INSUFICI&Ecirc;NCIA MITRAL</p>
<p style="text-align: justify; ">- Sempre lembrar que o procedimento invasivo de escolha para o tratamento da insufici&ecirc;ncia mitral &eacute; a cirurgia de pl&aacute;stica valvar. Quando comparada com a troca valvar, resulta em menor mortalidade a longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify; ">- O sucesso da pl&aacute;stica mitral &eacute; maior quando a patologia de base &eacute; o prolapso da c&uacute;spide posterior da mitral. J&aacute; quando h&aacute; PVM da c&uacute;spide anterior ou de ambas as c&uacute;spides, assim como quando h&aacute; calcifica&ccedil;&atilde;o importante das c&uacute;spides ou do aparato subvalvar (como na valvopatia reum&aacute;tica) a t&eacute;cnica se torna mais dif&iacute;cil de ser executada.</p>
<p style="text-align: justify; ">- Trabalhos recentes t&ecirc;m mostrado benef&iacute;cio da pl&aacute;stica valvar em pctes com IM importante mesmo sem sintomas. Notar, contudo, que nestes estudos a grande maioria dos pctes (&gt;90% dos casos) era submetido &agrave; pl&aacute;stica valvar com sucesso. Para isto &eacute; necess&aacute;rio toda uma log&iacute;stica muitas vezes n&atilde;o dispon&iacute;veis em nossos servi&ccedil;os, como ecocardiograma transesof&aacute;gico intraoperat&oacute;rio. Isto porque o ideal &eacute; que ap&oacute;s a realiza&ccedil;&atilde;o da pl&aacute;stica valvar seja realizado ETE ainda na sala cir&uacute;rgica para observar o resultado da cirurgia. Se houver regurgita&ccedil;&atilde;o mitral moderada ou importante, &eacute; necess&aacute;rio corre&ccedil;&atilde;o do problema na hora.&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Eco &#8211; como graduar a insuficiência aórtica? &#8211; parte 1</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/01/eco-como-graduar-a-insuficiencia-aortica-parte-1/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 01:53:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecocardiograma]]></category>
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		<description><![CDATA[J&#225; falamos bastante sobre como graduar a insufici&#234;ncia mitral pelo eco. Hoje falaremos sobre como graduar a regurgita&#231;&#227;o a&#243;rtica. O conceito de vena contracta usado na regurgita&#231;&#227;o mitral tamb&#233;m serve nos casos de IAo. Atentar apenas para o ponto de corte superior que &#233; diferente (valores acima de 6 mm j&#225; graduam a IAo como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">J&aacute; falamos bastante sobre como graduar a insufici&ecirc;ncia mitral pelo eco. Hoje falaremos sobre como graduar a regurgita&ccedil;&atilde;o a&oacute;rtica. O conceito de<a href="http://cardiopapers.com.br/2011/08/curso-basico-de-eco-o-que-e-vena-contracta/"> vena contracta</a> usado na regurgita&ccedil;&atilde;o mitral tamb&eacute;m serve nos casos de IAo. Atentar apenas para o ponto de corte superior que &eacute; diferente (valores acima de 6 mm j&aacute; graduam a IAo como importante enquanto que na IM usa-se 7 mm). Outra forma bastante utilizada para saber se a IAo &eacute; leve, moderada ou importante &eacute; avaliar qual a propor&ccedil;&atilde;o da via de sa&iacute;da do VE que &eacute; ocupada pelo jato regurgitante. Como assim? Vejam o v&iacute;deo abaixo:</p>
<p style="text-align: center; "><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Xj9L7D-JFCU">httpv://www.youtube.com/watch?v=Xj9L7D-JFCU</a></p>
<p>Podemos ver o jato regurgitante da IAo ocupando parte da via de sa&iacute;da do VE.</p>
<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/IAo%20+%20VSVE.png" /></p>
<p>Mede-se ent&atilde;o o di&acirc;metro do jato regurgitante e compara-se com o di&acirc;metro da via de sa&iacute;da do ventr&iacute;culo esquerdo.&nbsp;</p>
<p>Caso o jato ocupe menos de 25% da VSVE &#8211; IAo leve</p>
<p>Caso o jato ocupe entre 25% e 65% da VSVE &#8211; IAo moderada</p>
<p>Caso o jato ocupe mais do que 65% da VSVE &#8211; IAo Importante</p>
<p>Um macete bom para quem faz eco &eacute; dar um zoom na VSVE e ap&oacute;s colocar o color passar um modo M. Isto ir&aacute; deixar mais n&iacute;tida a propor&ccedil;&atilde;o entre o jato da IAo e a VSVE. Vejam como fica:</p>
<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/IAo%20mod.BMP" /></p>
<p style="text-align: justify; ">Neste caso o jato regurgitante tem 0,63 cm e a via de sa&iacute;da do ve tem 1,77 cm &#8211; propor&ccedil;&atilde;o de 35% &#8211; sugere IAo moderada.</p>
<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/IAo%20imp.BMP" /></p>
<p style="text-align: justify; ">No caso acima n&atilde;o &eacute; nem necess&aacute;rio se medir as 2 dimens&otilde;es uma vez que &eacute; n&iacute;tido que a regurgita&ccedil;&atilde;o a&oacute;rtica ocupa praticamente toda a VSVE &#8211; ou seja &#8211; IAo importante.</p>
<p style="text-align: justify; ">Lembrar sempre que a avalia&ccedil;&atilde;o das regurgita&ccedil;&otilde;es valvares &eacute; bastante complexa e que nunca se deve bater o martelo sobre a sua intensidade por apenas um par&acirc;metro. Podemos ter, por exemplo, um jato de IAo importante que por ser exc&ecirc;ntrico n&atilde;o chega a ocupar mais do que 65% da VSVE. Nem por isso a regurgita&ccedil;&atilde;o deixa de ser importante. &Eacute; sempre bom avaliar v&aacute;rios par&acirc;metros para se chegar a uma conclus&atilde;o. Mais &agrave; frente falaremos de mais alguns destes par&acirc;metros.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quais os fatores de risco para morte súbita em pctes com miocardiopatia hipertrófica?</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/01/quais-os-fatores-de-risco-para-morte-subita-em-pctes-com-miocardiopatia-hipertrofica/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 14:09:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miocardiopatias]]></category>
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		<category><![CDATA[miocardiopatia hipertrófica]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/cmh.png" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Diabetes tipo 2 é fator de risco para degeneração de prótese biológica</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/01/diabetes-tipo-2-e-fator-de-risco-para-degeneracao-de-protese-biologica/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 01:36:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Valvulopatias]]></category>
		<category><![CDATA[cardiopapers]]></category>
		<category><![CDATA[prótese biológica]]></category>
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		<description><![CDATA[H&#225; v&#225;rios fatores conhecidos por acelerar a degenera&#231;&#227;o de pr&#243;teses biol&#243;gicas. O diabetes mellitus j&#225; havia sido citado como um deles em trabalhos no passado. Um estudo lan&#231;ado recentemente no Circulation refor&#231;a isto. Neste trabalho viu-se que pctes com DM-2 possu&#237;am um risco 139% maior de apresentar degenera&#231;&#227;o da pr&#243;tese ao longo dos anos. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/valvula-pb_01.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; ">H&aacute; v&aacute;rios fatores conhecidos por acelerar a degenera&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses biol&oacute;gicas. O diabetes mellitus j&aacute; havia sido citado como um deles em trabalhos no passado. Um estudo lan&ccedil;ado recentemente no Circulation refor&ccedil;a isto. Neste trabalho viu-se que pctes com DM-2 possu&iacute;am um risco 139% maior de apresentar degenera&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;tese ao longo dos anos. O risco aumentou particularmente nos caso com hemoglobina glicada &gt;6,5% e com glicemia de jejum&gt;142.&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A história da doença arterial coronária contada por Dr Braunwald</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 14:16:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coronariopatia]]></category>
		<category><![CDATA[História da Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[blog cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Braunwald]]></category>
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		<category><![CDATA[cardiologia usp]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologista incor]]></category>
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		<category><![CDATA[coronaria]]></category>
		<category><![CDATA[coronariopatia]]></category>
		<category><![CDATA[DAC]]></category>
		<category><![CDATA[doença arterial coronária]]></category>
		<category><![CDATA[Dr Eduardo Lapa]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Lapa]]></category>
		<category><![CDATA[Eugene Braunwald]]></category>

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		<description><![CDATA[Excelente artigo de comemora&#231;&#227;o dos 200 anos da New England. Escrito por ningu&#233;m menos que Eugene Braunwald. Artigo gratuito em pdf. http://www.nejm.org/doi/pdf/10.1056/NEJMra1112570]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/angina.jpg" style="width: 333px; height: 183px; " /></p>
<p>Excelente artigo de comemora&ccedil;&atilde;o dos 200 anos da New England. Escrito por ningu&eacute;m menos que Eugene Braunwald. Artigo gratuito em pdf.</p>
<p><a href="http://www.nejm.org/doi/pdf/10.1056/NEJMra1112570">http://www.nejm.org/doi/pdf/10.1056/NEJMra1112570</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Projeto de lei propõe redução de 50% no salário base de médicos federais</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2012/01/projeto-de-lei-propoe-reducao-de-50-no-salario-base-de-medicos-federais/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 17:44:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>

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		<description><![CDATA[httpv://www.youtube.com/watch?v=bIAADtu9LjU]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><a href="http://www.youtube.com/watch?v=bIAADtu9LjU">httpv://www.youtube.com/watch?v=bIAADtu9LjU</a></p>
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		<title>Eventos adversos com associação alisquireno e terapia com IECA ou BRA</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 03:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Figuinha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Figuinha]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[instituto do coração]]></category>
		<category><![CDATA[usp]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; O estudo ALTITUDE foi desenvolvido para avaliar o efeito do uso de alisquireno, um inibidor da renina, associado &#224; terapia com inibidores de convers&#227;o de angiotensina (IECA) ou bloqueadores de receptor de angiotensina (BRA) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 e comprometimento renal. Um aumento em eventos adversos e uma aparente aus&#234;ncia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/SRAA2.jpg" style="width: 400px; height: 280px; " /></p>
<p style="text-align: justify; ">O estudo ALTITUDE foi desenvolvido para avaliar o efeito do uso de alisquireno, um inibidor da renina, associado &agrave; terapia com inibidores de convers&atilde;o de angiotensina (IECA) ou bloqueadores de receptor de angiotensina (BRA) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 e comprometimento renal.</p>
<p style="text-align: justify; ">Um aumento em eventos adversos e uma aparente aus&ecirc;ncia de benef&iacute;cios com o uso do alisquireno nessa situa&ccedil;&atilde;o justificou a interrup&ccedil;&atilde;o do estudo em quest&atilde;o. Os eventos adversos foram: AVC n&atilde;o fatal, complica&ccedil;&otilde;es renais, hipercalemia e hipotens&atilde;o em 18 a 24 meses de seguimento.</p>
<p style="text-align: justify; ">A Novartis (que promove o Rasilez), por enquanto, ir&aacute; cessar a divulga&ccedil;&atilde;o de que essa droga seria ben&eacute;fica quando utilizada em associa&ccedil;&atilde;o com IECA ou BRA em diab&eacute;ticos com comprometimento renal.</p>
<p style="text-align: justify; ">Era de se esperar um aumento nos eventos adversos com o uso do alisquireno nesse cen&aacute;rio, uma vez que &eacute; uma droga que age no sistema renina-angiotensina aldosterona, mesmo local de a&ccedil;&atilde;o dos IECA e BRA. Restava saber se haveria um benef&iacute;cio em otimizar o bloqueio desse sistema para promover alguma prote&ccedil;&atilde;o renal (como diminuir protein&uacute;ria). Baseado nesse estudo, parece que n&atilde;o h&aacute; benef&iacute;cio.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sinvastatina + amiodarona? Cuidado!</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 12:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lípides]]></category>
		<category><![CDATA[amiodarona]]></category>
		<category><![CDATA[blog cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologia incor]]></category>
		<category><![CDATA[Cardiologia recife]]></category>
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		<category><![CDATA[cardiologista recife]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologista usp]]></category>
		<category><![CDATA[cardiopapers]]></category>
		<category><![CDATA[Dr Eduardo Lapa]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Lapa]]></category>
		<category><![CDATA[Sinvastatina]]></category>
		<category><![CDATA[sinvastatina e amiodarona]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando for necess&#225;rio usar sinvastatina e amiodarona no mesmo paciente, o FDA recomenda que a dose da estatina n&#227;o ultrapasse 20 mg/d. Isto se deve ao fato da amiodarona aumentar os n&#237;veis s&#233;ricos do hipolipemiante, aumentando assim o risco de efeitos colaterais como dano muscular. Lembrando ainda que, como j&#225; mencionamos, a dose m&#225;xima de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/pills-02.jpg" style="width: 400px; height: 300px; " /></p>
<p style="text-align: justify; ">Quando for necess&aacute;rio usar sinvastatina e amiodarona no mesmo paciente, o FDA recomenda que a dose da estatina n&atilde;o ultrapasse 20 mg/d. Isto se deve ao fato da amiodarona aumentar os n&iacute;veis s&eacute;ricos do hipolipemiante, aumentando assim o risco de efeitos colaterais como dano muscular.</p>
<p style="text-align: justify; ">Lembrando ainda que, <a href="http://cardiopapers.com.br/2011/06/atencao-fda-restringe-uso-de-sinvastatina-80mg/">como j&aacute; mencionamos</a>, a dose m&aacute;xima de sinvastatina foi alterada do FDA no ano passado. Assim, a dose m&aacute;xima de sinvastatina atualmente &eacute; de 40 mg.&nbsp;</p>
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		<title>Feliz Natal</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 20:07:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>

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		<description><![CDATA[Desejamos um feliz Natal e um &#243;timo ano de 2012 para todos. Em janeiro voltaremos com mais atualiza&#231;&#245;es em cardiologia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desejamos um feliz Natal e um &oacute;timo ano de 2012 para todos. Em janeiro voltaremos com mais atualiza&ccedil;&otilde;es em cardiologia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Hipertensão pulmonar &#8211; como investigar?</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2011/12/hipertensao-pulmonar-como-investigar/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 14:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guidelines]]></category>
		<category><![CDATA[Hipertensão pulmonar]]></category>

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		<description><![CDATA[J&#225; vimos em outros t&#243;picos quais as principais causas de hipertens&#227;o pulmonar assim como enfatizamos a diferen&#231;a entre hipertens&#227;o pulmonar (HP) e hipertens&#227;o arterial pulmonar (HAP). Hoje colocamos o algoritmo proposto pela AHA em seu guideline de 2009 para investigar pctes com hipertens&#227;o pulmonar. Normalmente o diagn&#243;stico inicial de hipertens&#227;o pulmonar &#233; feito pelo ecocardiograma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/investiga%C3%A7%C3%A3o%20hp.png" /></p>
<p style="text-align: justify; ">J&aacute; vimos em outros t&oacute;picos quais as <a href="http://cardiopapers.com.br/2011/06/hipertensao-pulmonar1/">principais causas de hipertens&atilde;o pulmonar</a> assim como enfatizamos a <a href="http://cardiopapers.com.br/2011/12/qual-a-diferenca-entre-hipertensao-pulmonar-e-hipertensao-arterial-pulmonar/">diferen&ccedil;a entre hipertens&atilde;o pulmonar (HP) e hipertens&atilde;o arterial pulmonar (HAP)</a>. Hoje colocamos o algoritmo proposto pela AHA em seu guideline de 2009 para investigar pctes com hipertens&atilde;o pulmonar. Normalmente o diagn&oacute;stico inicial de hipertens&atilde;o pulmonar &eacute; feito pelo ecocardiograma (n&iacute;veis de PSAP acima de 35-40 mmHg ou press&atilde;o m&eacute;dia de art&eacute;ria pulmonar&gt;25 mmHg). Quem queiser lembrar como se calcula a PSAP pelo eco &eacute; s&oacute; dar uma olhada <a href="http://cardiopapers.com.br/2011/07/nocoes-basicas-de-ecocardiografia-para-o-cardiologista-clinico-como-estimar-a-pressao-sistolica-de-arteria-pulmonar-pelo-eco/">neste t&oacute;pico</a>. Ap&oacute;s ver estes valores alterados no eco, inicia-se ent&atilde;o a investiga&ccedil;&atilde;o atr&aacute;s da etiologia. Notar que se o pr&oacute;prio eco transtor&aacute;cico muitas vezes j&aacute; revela uma causa &oacute;bvia (ex: valvopatia mitral moderada/importante, disfun&ccedil;&atilde;o sist&oacute;lica ou diast&oacute;lica significantes de ve, presen&ccedil;a de cardiopatia cong&ecirc;nita que cause hiperfluxo pulmonar, etc). Nestes casos n&atilde;o s&atilde;o necess&aacute;rios exames adicionais. Contudo, se o eco TT n&atilde;o mostra nada mais convincente, &eacute; necess&aacute;rio continuar a investiga&ccedil;&atilde;o com uma s&eacute;rie de exames para avaliar outras etiologias (tep cr&ocirc;nico, doen&ccedil;a pulmonar parenquimatosa com hipoxemia cr&ocirc;nica, etc).&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Perioperatório de cirurgia não cardíaca &#8211; de volta ao zero?</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2011/12/perioperatorio-de-cirurgia-nao-cardiaca-de-volta-ao-zero/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 11:10:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Perioperatório]]></category>

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		<description><![CDATA[As principais fun&#231;&#245;es do cardiologista durante a avalia&#231;&#227;o perioperat&#243;ria de cirurgia n&#227;o card&#237;aca s&#227;o: 1- estratificar o risco do paciente vir a ter complica&#231;&#245;es cardiovasculares devido &#224; cirurgia 2- indicar medidas para diminuir ao m&#225;ximo este risco. A forma mais usada para se estratificar o risco perioperat&#243;rio destes pctes &#233; atrav&#233;s do uso de escores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/img_riscocirurgico.jpg" style="width: 369px; height: 309px" /></p>
<p style="text-align: justify">As principais fun&ccedil;&otilde;es do cardiologista durante a avalia&ccedil;&atilde;o perioperat&oacute;ria de cirurgia n&atilde;o card&iacute;aca s&atilde;o:</p>
<p style="text-align: justify">1- estratificar o risco do paciente vir a ter complica&ccedil;&otilde;es cardiovasculares devido &agrave; cirurgia</p>
<p style="text-align: justify">2- indicar medidas para diminuir ao m&aacute;ximo este risco.</p>
<p style="text-align: justify">A forma mais usada para se estratificar o risco perioperat&oacute;rio destes pctes &eacute; atrav&eacute;s do uso de escores de risco. Os 2 mais usados s&atilde;o o do ACP e de Lee. A diretriz brasileira tamb&eacute;m sugere o uso do EMAPO, escore desenvolvido no Brasil. Contudo, todos os escores t&ecirc;m suas limita&ccedil;&otilde;es. Quando avaliamos a sua acur&aacute;cia em predizer eventos (atrav&eacute;s de c&aacute;lculos estat&iacute;sticos como a curva roc) vemos que esta fica em torno de 70 a 80%. Ou seja, os escores erram em 20 a 30% dos pctes (ex: dizer que o pcte &eacute; de risco moderado de complica&ccedil;&otilde;es enquanto que na verdade o pcte tem risco elevado de cursar com iam, morte cardiovascular, edema agudo d&otilde;s pulm&otilde;es, etc). At&eacute; por isto a diretriz ressalta que quando a impress&atilde;o subjetiva do m&eacute;dico &eacute; de que o risco real &eacute; maior do que o calculado por escores isto deve ser ressaltado (ex: risco cardiovascular perioperat&oacute;rio baixo de acordo com os escores de Lee e do ACP mas minha impress&atilde;o subjetiva &eacute; de risco ao menos moderado).</p>
<p style="text-align: justify">J&aacute;&nbsp;na segunda parte (institui&ccedil;&atilde;o de medidas para diminuir o risco cardiovascular) os problemas provavelmente s&atilde;o ainda maiores. A grande medida sugerida pelos guidelines para diminui&ccedil;&atilde;o de complica&ccedil;&otilde;es em pctes com risco perioperat&oacute;rio moderado a alto era o uso dos betabloqueadores. Este contudo teve sua evid&ecirc;ncia bastante contestada com os recentes <a href="http://cardiopapers.com.br/2011/11/b-bloqueador-no-perioperatorio-o-escandalo-poldermans/">desdobramentos do caso Poldermans</a>. N&atilde;o que o uso da medica&ccedil;&atilde;o v&aacute; ser abolido neste cen&aacute;rio, mas certamente o n&iacute;vel de evid&ecirc;ncia certamente diminuir&aacute; nas diretrizes futuras. Termina que a grande evid&ecirc;ncia do bbloq neste contexto no momento &eacute; o da manuten&ccedil;&atilde;o nos pctes que fazem uso cr&ocirc;nico da medica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify">Excetuando-se o bbloq, que outras medidas ter&iacute;amos para diminuir o risco cardiovascular perioperat&oacute;rio destes pctes? As principais s&atilde;o:</p>
<p style="text-align: justify">1- manuten&ccedil;&atilde;o de aas nos pctes que j&aacute; usam</p>
<p style="text-align: justify">2- introdu&ccedil;&atilde;o de estatinas em pctes que ser&atilde;o submetidos a cirurgias vasculares</p>
<p style="text-align: justify">3- revasculariza&ccedil;&atilde;o mioc&aacute;rdica pr&eacute;-operat&oacute;ria</p>
<p style="text-align: justify">Em rela&ccedil;&atilde;o ao aas, realmente h&aacute; metan&aacute;lises que sugerem o benef&iacute;cio da manuten&ccedil;&atilde;o da medica&ccedil;&atilde;o em pctes que j&aacute; a usam. Mas isto &eacute; manuten&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o h&aacute; trabalhos mostrando vantagem da introdu&ccedil;&atilde;o do aas antes de cirurgias n&atilde;o card&iacute;acas em pctes que n&atilde;o vinham em uso da medica&ccedil;&atilde;o. Ou seja, o cardiologista neste caso n&atilde;o vai acrescentar nada. Apenas vai orientar a n&atilde;o suspender.</p>
<p style="text-align: justify">A revasculariza&ccedil;&atilde;o mioc&aacute;rdica profil&aacute;tica antes de cirurgia n&atilde;o card&iacute;aca tamb&eacute;m n&atilde;o encontra grande embasamento (vide o trial CARP). Assim esta ficaria reservada apenas &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es usuais (angina refrat&aacute;ria ao tto cl&iacute;nico, triarterial com disfun&ccedil;&atilde;o de VE, etc). Nada particular para o ambiente perioperat&oacute;rio.</p>
<p style="text-align: justify">No final das contas termina sobrando o uso de estatina no pr&eacute;-op de cirurgia vascular arterial. Lembrando que o primeiro estudo a revelar benef&iacute;cio neste cen&aacute;rio foi desenvolvido no HC-FMUSP.</p>
<p style="text-align: justify">Resumindo &#8211; a estratifica&ccedil;&atilde;o de risco cir&uacute;rgico ainda est&aacute; longe do ideal e as estrat&eacute;gias para diminui&ccedil;&atilde;o deste risco s&atilde;o bastante limitadas. Termina sobrando muitaz vezes apenas o conceito de que pctes com risco mais elevado devem ser monitorizados mais atentamente no p&oacute;s-op (incluindo p&oacute;s-op em uti, dosagem de troponina e ecg di&aacute;rios at&eacute; o terceiro DPO, etc) de modo que as eventuais complica&ccedil;&otilde;es sejam detectadas precocemente.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Efeitos do exercício físico em pacientes com FA</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2011/12/efeitos-do-exercicio-fisico-em-pacientes-com-fa/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 17:17:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Figuinha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arritmia]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos Comentados]]></category>
		<category><![CDATA[blog cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Figuinha]]></category>
		<category><![CDATA[Fibrilação Atrial]]></category>
		<category><![CDATA[instituto do coração]]></category>

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		<description><![CDATA[Pacientes com fibrila&#231;&#227;o atrial (FA) geralmente se queixam de fadiga, redu&#231;&#227;o da toler&#226;ncia aos exerc&#237;cios e palpita&#231;&#245;es, o que leva a uma piora na qualidade de vida. Alguns estudos j&#225; mostraram que a revers&#227;o do ritmo pode melhorar a qualidade de vida. Em rela&#231;&#227;o &#224; atividade f&#237;sica, pouco se sabe. Para pacientes com doen&#231;a coronariana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/fa.jpg" style="width: 326px; height: 98px" /></p>
<p style="text-align: justify; ">Pacientes com fibrila&ccedil;&atilde;o atrial (FA) geralmente se queixam de fadiga, redu&ccedil;&atilde;o da toler&acirc;ncia aos exerc&iacute;cios e palpita&ccedil;&otilde;es, o que leva a uma piora na qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify; ">Alguns estudos j&aacute; mostraram que a revers&atilde;o do ritmo pode melhorar a qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify; ">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; atividade f&iacute;sica, pouco se sabe. Para pacientes com doen&ccedil;a coronariana e insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca, j&aacute; existem estudos mostrando o benef&iacute;cio do treinamento f&iacute;sico.</p>
<p style="text-align: justify; ">Esse estudo publicado no <a href="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/file/FA%20e%20EF_AHJ.pdf">American Heart Journal</a> avaliou 49 pacientes com FA permanente, com idade m&eacute;dia de 70,2 anos. Foi comparado&nbsp;treinamento de exerc&iacute;cio f&iacute;sico aer&oacute;bio por 12 semanas com o grupo controle.</p>
<p style="text-align: justify; ">Houve uma melhora na capacidade de exerc&iacute;cio e no teste de caminhada de 6 minutos (p 0,002), uma redu&ccedil;&atilde;o na frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca ao repouso e uma melhora na qualidade de vida (p 0,03, avaliado pelo escore de Minnesota &ndash; MLHF-Q).</p>
<p style="text-align: justify; ">Assim, esse estudo sugere que pode haver benef&iacute;cios em qualidade de vida com o treinamento f&iacute;sico aer&oacute;bico em pacientes com FA permanente.</p>
<p style="text-align: justify; ">Refer&ecirc;ncia: Osbak PS, Mourier M, Kjaer A et al. A randomized study of the effects of exercise training on patients with atrial fibrilation. American Heart Journal 2011;162(6):1080.</p>
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		<item>
		<title>Profilaxia de endocardite &#8211; quando e como? Parte 2</title>
		<link>http://cardiopapers.com.br/2011/12/profilaxia-de-endocardite-quando-e-como-parte-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 09:57:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guidelines]]></category>
		<category><![CDATA[Valvulopatias]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologia incor]]></category>
		<category><![CDATA[Cardiologia recife]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologia usp]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologista]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologista incor]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologista recife]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologista usp]]></category>
		<category><![CDATA[diretriz valvopatia]]></category>
		<category><![CDATA[diretriz válvula]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Lapa]]></category>
		<category><![CDATA[endocardite]]></category>
		<category><![CDATA[guideline válvula]]></category>
		<category><![CDATA[profilaxia de endocardite]]></category>
		<category><![CDATA[Profilaxia endocardite]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma vez decidido fazer a profilaxia para endocardite (ver este t&#243;pico), deve-se escolher que antibi&#243;tico usar: Esquema proposta pelas diretrizes da SBC de perioperat&#243;rio e de valvopatias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vez decidido fazer a profilaxia para endocardite (<a href="http://cardiopapers.com.br/2011/12/profilaxia-de-endocardite-quando-e-como-parte-1/">ver este t&oacute;pico</a>), deve-se escolher que antibi&oacute;tico usar:</p>
<p><img alt="" src="http://cardiopapers.com.br/wp-content/uploads/image/endocardite8_JPG.png" /></p>
<p>Esquema proposta pelas diretrizes da SBC de perioperat&oacute;rio e de valvopatias.</p>
]]></content:encoded>
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