Dica: Aplicativo PCR app ( Manobras de Reanimação)
Posted 105 dias ago

PCR App - IOS / IPhone
( por Rafael Moraes)
 

 
 
Aplicativo GRATUITO e bem elaborado com objetivo de auxiliar na condução das Manobras de Reanimação Cardiorespiratória. Com esta ferramente é possível iniciar…

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Dica de Livro: Tratado Braunwald 9ª Edição em Português ( Lançamento)
Posted 294 dias ago

 
Como dica de livros desta semana, escolhemos o  Braunwald : Tratado de Doenças Cardiovasculares , que em 2013 está lançando a sua  9ª Edição  totalmente em português. Todos sabem que…

Aplicativo CardioPapers para Iphone
Posted 387 dias ago

 
O aplicativo CardioPapers para sistema IOS ( IPhone, IPad e IPod) foi atualizado corrigindo os antigos erros e dificuldades de abrir o sistema. Com o aplicativo é possível acessar os…

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Qual é a
Posted 393 dias ago

Estudo apresentado nesse mês no American College of Sports Medicine avaliou o impacto em mortalidade de indivíduos que praticavam corrida regularmente.
Ele avaliou mais de 52.000 indivíduos do ACLS (Aerobic Center…

Qual é a “dose” certa da corrida?
Dicas: Noradrenalina é fotossensível?
Posted 400 dias ago

A Noradrenalina ou Norepinefrina é uma catecolamina sintética muito utilizada em terapia intensiva para o tratamento de hipotensão, choque e até na reanimação cardíaca. A medicação que age nos receptores…

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Novos Anticoagulantes:Quais deles escolh
Posted 455 dias ago

 
Recentemente o FDA( Estados Unidos)  aprovou o Apixaban (Eliquis, Bristol-Myers Squibb/Pfizer) para prevenção de eventos tromboembólicos e AVCs em portadores de FA não valvar, juntando-se ao rivaroxaban (Xarelto, Bayer/Johnson &…

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Síncope VasoVagal: Recomendações Comportamentais
Posted 562 dias ago

As Síncopes neurocardiogênicas são umas das principais causas de desmaios e perda de consciência na prática clínica. Aqui listamos medidas comportamentais que podem auxiliar a evitar estes eventos, muitas vezes…

Trabalhos Clássico: MASS I – Angioplastia x Cirurgia x Tratamento Clínico
Posted 665 dias ago

Trabalhos clássicos: MASS

 
Contexto: Tentar responder uma questão até hoje não completamente esclarecida - qual a melhor opção terapêutica para os pacientes, com angina estável e função ventricular preservada, independentemente do…

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Como Interpretar Troponina Ultra Sensível?
Posted 681 dias ago

 
A avaliação da dor torácica no pronto socorro é umas das principais atividades dos cardiologistas e emergencistas, e a atualização neste tópico é de extrema importância. No artigo anterior discutimos as…

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Estratificação na SCA sem Supra : Quando pedir Cateterismo?
Posted 688 dias ago

 
As Síndromes Coronárias Agudas Sem Supra de ST ( SCA SSST) são umas das entidades mais comuns nos pronto socorros cardiológicos e caracterizam-se por um espectro de gravidade e prognósticos…

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Insuficiência mitral e ecocardiograma – revisão básica

Pcte de 15 anos com histórico de febre reumática vem para avaliação ecocardiográfica.

Notamos dilatação das câmaras esquerdas. As cúspides da mitral estão espessadas e a movimentação da cúspide posterior (na parte mais inferior do vídeo) está bastante reduzida, achado este bastante sugestivo de etiologia reumática:

Além disso percebe-se que as cúspides anterior e posterior da mitral não se tocam adequadamente como deveriam durante a contração do VE. A isto chamamos de falha de coaptação mitral a qual pode ser notada melhor dando-se um zoom na valva:

dica Insuficiência mitral e ecocardiograma   revisão básica

Exemplificando a informação acima, podemos notar a presença de refluxo mitral significante em direção à parede posterior do átrio esquerdo:

Há vários métodos objetivos para graduar a insuficência mitral. Entre os principais, destacamos:

1- método de PISA

2- presença ou não de fluxo sistólico reverso em veias pulmonares

3- Vena contracta

4- Relação entre a área do refluxo mitral e a área do átrio esquerdo

A diretriz de eco da sociedade europeia recomenda que o último método seja abandonado e que se priorize, quando tecnicamente possível, o método de PISA. Neste, através de ajustes técnicos, pode-se observar a formação de uma estrutura similar a um semicírculo ou hemiesfera próximo ao orifício regurgitante da mitral. Trata-se da área ou zona de convergência do fluxo. A imagem abaixo revela- de forma clara isto:

 Insuficiência mitral e ecocardiograma   revisão básica

Quanto maior esta área, maior o refluxo mitral. Quando o raio da hemiesfera é 9 mm, sugere IM importante. No caso acima, a medida foi de 11 mm.

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Novo guideline europeu de valvopatias – parte 10

im1 Novo guideline europeu de valvopatias   parte 10

INSUFICIÊNCIA MITRAL SECUNDÁRIA

- A insuficiência mitral é dita secundária quando a válvula e o aparato subvalvar são normais e o refluxo resulta de anormalidades na geometria do ventrículo esquerdo (ex: cavidade dilatada o que leva a deslocamento dos músculos papilares e tração das cordas tendíneas e consequentemente das cúspides mitrais; dilatação do anel mitral, etc). O consenso europeu também classifica como IM secundária os casos de refluxo devido a infarto prévio (chamada de IM isquêmica).

- Nestes casos a intensidade do sopro não é proporcional à gravidade da valvopatia. Isto ocorre porque geralmente o VE encontra-se disfuncionante e assim não possui força contrátil suficiente para gerar gradientes de pressão tão intensos quanto um VE normal. Não é incomum escutar um sopro sistólico apenas discreto em um pcte com disfunção ventricular importante e IM significante. 

- Em pctes que vão para revascularização cirúrgica do miocárdio e que apresentam IM secundária importante – também operar a valva. No caso de IM moderada – o consenso cita um estudo que observou melhora da qualidade de vida e da FE nos pctes que foram submetidos a anuloplastia mitral em associação a CABG. 

- Nos casos de IM secundária – de forma geral preferir a realização de anuloplastia no lugar da troca valvar mitral. Apesar da taxa de recorrência da IM ser maior com a primeira técnica esta é mais simples e traz menor risco de complicações perioperatórias. 

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Questões em cardiologia – eco

Qual a provável causa da regurgitação mitral deste pcte?

eco7 Questões em cardiologia   eco

Para ver a resposta clique no link abaixo:

 

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Como graduar a insuficiência mitral? Método de PISA

pisa Como graduar a insuficiência mitral? Método de PISA

Já falamos sobre alguns métodos utilizados para graduar a insuficiência mitral. Hoje falaremos de outro método, conhecido como PISA (proximal isovelocity surface area). Mas antes de começarmos é interessante lembrar de alguns detalhes. Uma boa parcela dos ecocardiografistas termina graduando a intensidade das regurgitações valvares baseados apenas no aspecto do color doppler. Contudo, tanto o guideline europeu quanto o americano de eco são categóricos em afirmar que esta avaliação subjetiva não deve ser utilizada de forma isolada para graduar a regurgitação valvar. A avaliação do color doppler serve apenas para fazer uma triagem. Após detectado que há regurgitação, o certo é utilizar métodos quantitativos para graduar o refluxo. Em relação a insuficiência mitral, o método quantitativo mais fidedigno pelos estudos e recomendado pelo guideline europeu é o método de PISA.

O PISA ou método da convergência de fluxo se baseia em um princípio da física que mostra que um líquido (no caso do coração, o sangue) ao se aproximar de um orifício restritivo (no caso da regurgitação mitral, o orifício regurgitante) se acelera formando hemisférios concêntricos. Parece ser um conceito complicado mas o que o cardiologista clínico precisa saber é que através de princípios físicos se consegue, através de uma série de cálculos, estimar com razoável acurácia o tamanho do orifício regurgitante (quanto maior, mais grave a insuficiência mitral) e o volume que regurgita do ventrículo esquerdo para o átrio esquerdo a cada batimento. Através disto consegue-se fazer uma graduação bastante objetiva do refluxo mitral.

pisa5 Como graduar a insuficiência mitral? Método de PISA

O cardiologista clínico deve ter noção destes conceitos para poder interpretar o laudo do ecocardiograma do seu pcte. Isto também pode ajudar nos casos em que há dissociação clínico-ecocardiográfica. Um eco com vários parâmetros objetivos (pisa, vena contracta, fluxo sistólico em veia pulmonar superior direita, área do refluxo, etc) é bem mais confiável, a priori, do que um exame que apenas cita: IM importante. 

Para os que tiverem interesse nos passos necessários para se realizar os cálculos acima, acessar o link abaixo.

 

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Nova diretriz de valvopatias da SBC – parte 5

 Nova diretriz de valvopatias da SBC   parte 5

CONTINUAÇÃO DE INSUFICIÊNCIA MITRAL

- Quando operar um paciente com insuficiência mitral importante?

1- Se tiver sintomas causados pela valvopatia

2- Se PSAP>50 mmHg

3- Se tiver FA de início recente

4- Se FE<60% (caso <30% – considerar caso a caso uma vez que o prognóstico já fica mais reservado, independente do tratamento escolhido)

5- Se DSVE>40 mm (caso >55 mm – considerar caso a caso uma vez que o prognóstico já fica mais reservado, independente do tratamento escolhido)

6- Se, mesmo na ausência de todos os comemorativos acima, houver grande chance de plástica valvar bem sucedida (>90% de chance de acordo com a experiência do serviço).

 

INSUFICIÊNCIA MITRAL AGUDA

- Quais as 3 principais causas de IM aguda?

1- síndrome coronariana aguda (metade dos casos)

2- endocardite infecciosa (1/4 dos casos)

3- rotura de cordoalha em pcte com Prolapso de valva mitral prévio (1/4 dos casos)

 

pixel Nova diretriz de valvopatias da SBC   parte 5
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