Hipertensão arterial sistêmica Prevenção

Nova diretriz de prevenção: o que mudou em relação à hipertensão?

Eduardo Lapa
Escrito por Eduardo Lapa

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Aqui temos uma aproximação maior da diretriz brasileira com as internacionais. De forma resumida, a classificação de HAS continua a mesma de antes:

Ou seja, a diretriz brasileira não mudou o ponto de corte para diagnosticar-se hipertensão como fizeram os americanos em 2017. Contudo, agora há a tendencia de se visar a um alvo de PA < 130×80 mmHg de forma geral, incluindo pctes que não são de alto risco. Como fica?

  • Pctes diabético, renais crônicos ou com risco CV aumentado (ERG > 10%) devem objetivar PA < 130×80 mmHg com um forte grau de recomendação (classe I)
  • Pctes com risco CV < 10% devem começar a receber medicação apenas se a PA for ≥140×90 mmHg MAS, em se iniciando a medicação, há uma recomendação fraca (IIb) de se almejar a níveis de PA <130×80 mmHg.

Qual a principal evidencia para se desejar níveis de PA <130×80 mmHg? O trial SPRINT. Você pode ver minha revisão detalhada deste estudo aqui. Ele que dá embasamento para manter alvos de PA mais rígidos em pctes de alto risco cardiovascular. 

NOTA: para quem for fazer prova de título agora em 2019, segue o jogo. A prova só cobra referências lançadas até o final do ano anterior.

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Sobre o autor

Eduardo Lapa

Eduardo Lapa

Editor-chefe do site Cardiopapers
Especialista em Cardiologia e Ecocardiografia pela SBC

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