Coronariopatia

Novo guideline europeu de Síndrome Coronariana Sem Supra de ST – parte 7

REVASCULARIZAÇÃO

-Quem deve ir para estratégia invasiva?

Interessante notar que neste esquema ele sugere que o pcte com alteração dinâmica de T também vá rotineiramente para cate. Nos critérios tradicionais da AHA alterações de T, mesmo que dinâmicas, configuram o pcte como moderado risco e assim poder-se-ia escolher entre estratégia invasiva ou conservadora.

Notar também que assim como no último update da AHA de SCA sem supra de ST diabetes e IRC classificam o pcte como de alto risco, devendo o mesmo ser submetido à estratégia invasiva de forma rotineira.

– Uma vez decidindo por cate, em quanto tempo tenho que realizar o exame?

Ou seja, fazer o cate em até 72 hrs mas, de forma geral, tentar resolver já nas primeiras 24 hrs de internação. De onde vem esta história de GRACE >140 se beneficia de cate já nas primerias 24 hrs?

Ou seja, mais uma evidência a favor de se usar o GRACE para estratificar estes pctes. Além de ser um escore prognóstico acurado ele também foi testado em relação à mudança de conduta.

– Em que pctes o cate tem que ser de emergência?

– Uma vez fazendo o cate e vendo que o pcte tem lesões a serem tratadas, o que é melhor – cirurgia ou angioplastia? Isto já foi comparado em pctes com SCA sem supra de ST?

Ou seja, usar o bom senso e a experiência do local, assim como se faz em um pcte com coronariopatia crônica. 

 

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Sobre o autor

Eduardo Lapa

Eduardo Lapa

Editor-chefe do site Cardiopapers
Especialista em Cardiologia e Ecocardiografia pela SBC

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