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Novo guideline europeu de valvopatias – parte 9

INSUFICIÊNCIA MITRAL

– Na Europa a valvopatia que mais comumente tem que ser abordada de forma invasiva é a estenose aórtica. Em segundo lugar vem a insuficiência mitral. Notar que lá a epidemiologia das valvopatias é bastante distinta da encontrada aqui. Enquanto que no Brasil a enorme maioria das cirurgias valvares tem como causa as lesões secundárias à febre reumática, na Europa as valvopatias degenerativas são as mais prevalentes.

– O ecocardiograma é fundamental na graduação da insuficiência mitral. A diretriz europeia deixa bastante claro que a medida da área do refluxo não deve ser mais utilizado como parâmetro na gradução por ser um dado muito falho. Deve-se preferir o uso da vena contracta ou do pisa

– Sempre que possível, a plástica da valva mitral nativa é preferível à troca valvar. Isto porque o primeiro procedimento tem menor mortalidade perioperatória, dá mais tempo de sobrevida a longo prazo e preserva de forma mais eficaz a função contrátil do VE após a cirurgia. 

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Sobre o autor

Eduardo Lapa

Eduardo Lapa

Editor-chefe do site Cardiopapers
Especialista em Cardiologia e Ecocardiografia pela SBC

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