Segmento ST

[su_spoiler title=”1.1   Introdução” icon=”arrow” open=”yes”]

CURSO BÁSICO DE ELETROCARDIOGRAMA – PARTE 1CURSO BÁSICO DE ELETROCARDIOGRAMA – PARTE 1
Vamos publicar nas próximas semanas alguns conceitos básicos do eletrocardiograma (ECG) – o que significa, como realizar e como interpretar esse exame.O ECG é um exame que permite o registro extra-celular das variações do potencial elétrico do músculo cardíaco.O que vemos no ECG é fruto das ondas elétricas vindas do coração. Essas ondas elétricas são na verdade a representação do fenômeno de despolarização e repolarização da células do coração. As células do miocárdio tem um potencial de repouso de -90mV, resultante de um equilíbrio dinâmico entre as forças do gradiente químico (há mais potássio no interior da célula e mais sódio e cálcio no exterior da célula) e elétrico.Quando a inversão da carga elétrica da membrana celular (despolarização) se propaga em direção a um eletrodo, temos uma onda positiva. Do contrário, a onda é negativa.

Foi desenvolvido em 1903 pelo Dr. Willem Einthoven. Por isso, o médico holandês recebeu um prêmio nobel em 1924.

left-man O estímulo elétrico inicia-se normalmente nas células do nó sinusal (NS). Após passar pelo nó átrio-ventricular (NAV), a condução elétrica percorre rapidamente os feixes de His, estimulando os 2 ventrículos a partir do endocárdio.

diagram Na despolarização atrial, como o nó sinusal se encontra na porção superior do átrio direito, ocorre primeiro a despolarização desse átrio (AD), seguido da depolarização do átrio esquerdo, formando um vetor resultante para esquerda e para baixo. Na despolarização ventricular, primeiro ocorre a ativação do septo interventricular (1). Depois, como a massa do VE é maior que a do VD, o vetor resultante dessa fase 2 normalmente se dirige para esquerda (2). E por último ocorre a ativação das porções basais dos ventrículos, formando o vetor (3). Esses três vetores foram, no traçado eletrocárdiografico, o complexo QRS, conforme mostrado abaixo.

Comentaremos nas próximas postagens detalhes básicos de como realizar e interpretar um ECG.

[/su_spoiler] [su_spoiler title=”1.2   P, QRS e T” icon=”arrow”]

CURSO BÁSICO DE ELETROCARDIOGRAMA – PARTE 1CURSO BÁSICO DE ELETROCARDIOGRAMA – PARTE 1
Vamos publicar nas próximas semanas alguns conceitos básicos do eletrocardiograma (ECG) – o que significa, como realizar e como interpretar esse exame.O ECG é um exame que permite o registro extra-celular das variações do potencial elétrico do músculo cardíaco.O que vemos no ECG é fruto das ondas elétricas vindas do coração. Essas ondas elétricas são na verdade a representação do fenômeno de despolarização e repolarização da células do coração. As células do miocárdio tem um potencial de repouso de -90mV, resultante de um equilíbrio dinâmico entre as forças do gradiente químico (há mais potássio no interior da célula e mais sódio e cálcio no exterior da célula) e elétrico.Quando a inversão da carga elétrica da membrana celular (despolarização) se propaga em direção a um eletrodo, temos uma onda positiva. Do contrário, a onda é negativa.

Foi desenvolvido em 1903 pelo Dr. Willem Einthoven. Por isso, o médico holandês recebeu um prêmio nobel em 1924.

left-man O estímulo elétrico inicia-se normalmente nas células do nó sinusal (NS). Após passar pelo nó átrio-ventricular (NAV), a condução elétrica percorre rapidamente os feixes de His, estimulando os 2 ventrículos a partir do endocárdio.

diagram Na despolarização atrial, como o nó sinusal se encontra na porção superior do átrio direito, ocorre primeiro a despolarização desse átrio (AD), seguido da depolarização do átrio esquerdo, formando um vetor resultante para esquerda e para baixo. Na despolarização ventricular, primeiro ocorre a ativação do septo interventricular (1). Depois, como a massa do VE é maior que a do VD, o vetor resultante dessa fase 2 normalmente se dirige para esquerda (2). E por último ocorre a ativação das porções basais dos ventrículos, formando o vetor (3). Esses três vetores foram, no traçado eletrocárdiografico, o complexo QRS, conforme mostrado abaixo.

Comentaremos nas próximas postagens detalhes básicos de como realizar e interpretar um ECG.

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CURSO BÁSICO DE ELETROCARDIOGRAMA – PARTE 1CURSO BÁSICO DE ELETROCARDIOGRAMA – PARTE 1
Vamos publicar nas próximas semanas alguns conceitos básicos do eletrocardiograma (ECG) – o que significa, como realizar e como interpretar esse exame.O ECG é um exame que permite o registro extra-celular das variações do potencial elétrico do músculo cardíaco.O que vemos no ECG é fruto das ondas elétricas vindas do coração. Essas ondas elétricas são na verdade a representação do fenômeno de despolarização e repolarização da células do coração. As células do miocárdio tem um potencial de repouso de -90mV, resultante de um equilíbrio dinâmico entre as forças do gradiente químico (há mais potássio no interior da célula e mais sódio e cálcio no exterior da célula) e elétrico.Quando a inversão da carga elétrica da membrana celular (despolarização) se propaga em direção a um eletrodo, temos uma onda positiva. Do contrário, a onda é negativa.

Foi desenvolvido em 1903 pelo Dr. Willem Einthoven. Por isso, o médico holandês recebeu um prêmio nobel em 1924.

left-man O estímulo elétrico inicia-se normalmente nas células do nó sinusal (NS). Após passar pelo nó átrio-ventricular (NAV), a condução elétrica percorre rapidamente os feixes de His, estimulando os 2 ventrículos a partir do endocárdio.

diagram Na despolarização atrial, como o nó sinusal se encontra na porção superior do átrio direito, ocorre primeiro a despolarização desse átrio (AD), seguido da depolarização do átrio esquerdo, formando um vetor resultante para esquerda e para baixo. Na despolarização ventricular, primeiro ocorre a ativação do septo interventricular (1). Depois, como a massa do VE é maior que a do VD, o vetor resultante dessa fase 2 normalmente se dirige para esquerda (2). E por último ocorre a ativação das porções basais dos ventrículos, formando o vetor (3). Esses três vetores foram, no traçado eletrocárdiografico, o complexo QRS, conforme mostrado abaixo.

Comentaremos nas próximas postagens detalhes básicos de como realizar e interpretar um ECG.

[/su_spoiler] [su_spoiler title=”1.4   Como colocar os eletrodos no paciente?” icon=”arrow”]

CURSO BÁSICO DE ELETROCARDIOGRAMA – PARTE 1CURSO BÁSICO DE ELETROCARDIOGRAMA – PARTE 1
Vamos publicar nas próximas semanas alguns conceitos básicos do eletrocardiograma (ECG) – o que significa, como realizar e como interpretar esse exame.O ECG é um exame que permite o registro extra-celular das variações do potencial elétrico do músculo cardíaco.O que vemos no ECG é fruto das ondas elétricas vindas do coração. Essas ondas elétricas são na verdade a representação do fenômeno de despolarização e repolarização da células do coração. As células do miocárdio tem um potencial de repouso de -90mV, resultante de um equilíbrio dinâmico entre as forças do gradiente químico (há mais potássio no interior da célula e mais sódio e cálcio no exterior da célula) e elétrico.Quando a inversão da carga elétrica da membrana celular (despolarização) se propaga em direção a um eletrodo, temos uma onda positiva. Do contrário, a onda é negativa.

Foi desenvolvido em 1903 pelo Dr. Willem Einthoven. Por isso, o médico holandês recebeu um prêmio nobel em 1924.

left-man O estímulo elétrico inicia-se normalmente nas células do nó sinusal (NS). Após passar pelo nó átrio-ventricular (NAV), a condução elétrica percorre rapidamente os feixes de His, estimulando os 2 ventrículos a partir do endocárdio.

diagram Na despolarização atrial, como o nó sinusal se encontra na porção superior do átrio direito, ocorre primeiro a despolarização desse átrio (AD), seguido da depolarização do átrio esquerdo, formando um vetor resultante para esquerda e para baixo. Na despolarização ventricular, primeiro ocorre a ativação do septo interventricular (1). Depois, como a massa do VE é maior que a do VD, o vetor resultante dessa fase 2 normalmente se dirige para esquerda (2). E por último ocorre a ativação das porções basais dos ventrículos, formando o vetor (3). Esses três vetores foram, no traçado eletrocárdiografico, o complexo QRS, conforme mostrado abaixo.

Comentaremos nas próximas postagens detalhes básicos de como realizar e interpretar um ECG.

[/su_spoiler] [su_spoiler title=”1.5   Roteiro para interpretação do ECG” icon=”arrow”]

CURSO BÁSICO DE ELETROCARDIOGRAMA – PARTE 1CURSO BÁSICO DE ELETROCARDIOGRAMA – PARTE 1
Vamos publicar nas próximas semanas alguns conceitos básicos do eletrocardiograma (ECG) – o que significa, como realizar e como interpretar esse exame.O ECG é um exame que permite o registro extra-celular das variações do potencial elétrico do músculo cardíaco.O que vemos no ECG é fruto das ondas elétricas vindas do coração. Essas ondas elétricas são na verdade a representação do fenômeno de despolarização e repolarização da células do coração. As células do miocárdio tem um potencial de repouso de -90mV, resultante de um equilíbrio dinâmico entre as forças do gradiente químico (há mais potássio no interior da célula e mais sódio e cálcio no exterior da célula) e elétrico.Quando a inversão da carga elétrica da membrana celular (despolarização) se propaga em direção a um eletrodo, temos uma onda positiva. Do contrário, a onda é negativa.

Foi desenvolvido em 1903 pelo Dr. Willem Einthoven. Por isso, o médico holandês recebeu um prêmio nobel em 1924.

left-man O estímulo elétrico inicia-se normalmente nas células do nó sinusal (NS). Após passar pelo nó átrio-ventricular (NAV), a condução elétrica percorre rapidamente os feixes de His, estimulando os 2 ventrículos a partir do endocárdio.

diagram Na despolarização atrial, como o nó sinusal se encontra na porção superior do átrio direito, ocorre primeiro a despolarização desse átrio (AD), seguido da depolarização do átrio esquerdo, formando um vetor resultante para esquerda e para baixo. Na despolarização ventricular, primeiro ocorre a ativação do septo interventricular (1). Depois, como a massa do VE é maior que a do VD, o vetor resultante dessa fase 2 normalmente se dirige para esquerda (2). E por último ocorre a ativação das porções basais dos ventrículos, formando o vetor (3). Esses três vetores foram, no traçado eletrocárdiografico, o complexo QRS, conforme mostrado abaixo.

Comentaremos nas próximas postagens detalhes básicos de como realizar e interpretar um ECG.

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