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TSV com frequência de 150bpm, pense em Flutter!

Fernando Figuinha
Escrito por Fernando Figuinha

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Paciente que se apresenta com taquicardia supraventricular com frequência cardíaca de 150bpm, devemos sempre lembrar da possibilidade de Flutter. É uma arritmia muito comum na prática clínica. Caracterizada pela presença de ondas F (aspecto serrilhado), com frequência atrial em torno de 300bpm, se apresentando em 75% dos casos com condução 2:1 (ou seja, com frequência ventricular de 150bpm). Ocorre por uma macroreentrada atrial. O uso de adenosina pode auxiliar a fechar o diagnóstico de flutter, mas não cessa a arritmia. O tratamento de escolha nos casos agudos é a cardioversão elétrica.

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Sobre o autor

Fernando Figuinha

Fernando Figuinha

Especialista em Cardiologia pelo InCor/ FMUSP
Médico cardiologista do Hospital Miguel Soeiro - Unimed Sorocaba.
Presidente - SOCESP Regional Sorocaba.

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